Reveja aqui as principais incidências da partida
Dia de dérbi no campeonato nacional de basquetebol. Depois da expressiva derrota na segunda jornada, no Pavilhão João Rocha, o Sporting foi até à Luz com desejo de vingança frente a um Benfica ainda invicto.
Os leões cedo mostraram ao que vinham. Com Diogo Ventura (23 pontos) de mão quente, começaram com um parcial de 0-9 que garantiu uma vantagem que nunca mais perderam. De resto, ao intervalo, os verdes e brancos venciam por 20 pontos de diferença (29-49), demonstrando uma eficácia assinalável na linha de três pontos (45%).
O Benfica sabia que o segundo tempo não podia ser tão mau e pese embora alguma melhoria sobretudo nos lançamentos de campo (50%), as águias continuaram a falhar da linha de lance livre (oito desperdiçados) e isso quase sempre impediu uma aproximação que fizesse tremer o adversário. Outro factor que ajuda a explicar o resultado tão equilibrado são os ressaltos ofensivos. O Sporting conseguiu 15, que resultaram em 15 pontos saídos de segunda oportunidade. Para se ter uma noção, o Benfica conseguiu apenas 29 ressaltos defensivos.
Nos últimos minutos, o Sporting desligou e permitiu a aproximação das águias para uma ponta final que ainda fez acreditar as bancadas da Luz, mas o triunfo acabou mesmo por ir para o outro lado da Segunda Circular.
Diogo Ventura terminou como o melhor marcador da partida (23 pontos), com um acerto de 60% da linha de três pontos. Maleeck Harden-Hayes (12 pontos e 10 ressaltos) foi outro dos destaques leoninos.
No Benfica, nota para Aaron Broussard (16 pontos e seis ressaltos) e Eduardo Francisco (16 pontos, com 50% em triplos).
Contas feitas, o Benfica lidera com 25 pontos, mais um que o Sporting, segundo classificado.
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