“A posição de partida acabou por condicionar bastante o que era possível fazer hoje. Apanhámos tráfego desde cedo e, nestas condições, não havia grande margem para arriscar mais sem comprometer o essencial. Demos o nosso melhor dentro do contexto que a etapa nos apresentou e a prioridade passou por evitar situações que pudessem ter consequências mais sérias, como aconteceu a pilotos de referência, incluindo o vencedor do Dakar 2025”, começou por destacar o piloto da Repsol Portugal.
"O Dakar está longe de ser um sprint. Olhando para a classificação e para o tempo para a frente da corrida, pode parecer que estamos numa posição delicada, mas esta é uma prova que se constrói ao longo de muitos dias, com fases muito distintas. A consistência, a gestão e a capacidade de chegar ao fim continuam a ser determinantes, e só no final é que se fazem verdadeiramente as contas", acrescentou.
A quinta etapa do Dakar-2026 prolonga a fase de maratona sem assistência externa, ligando AlUla a Hail através de uma especial cronometrada com cerca de 372 km inserida num total de ligação e especiais aproximadamente 428 km.
Tal como aconteceu no dia anterior, o percurso será lançado logo nas primeiras luzes da manhã, com as equipas a enfrentarem uma etapa em que os pilotos que partem mais à frente terão de navegar sem trilhas deixadas pelas motos, o que poderá complicar a orientação nos sectores iniciais.
