Fórmula 1: Ex-piloto Pizzonia justifica a sua detenção por ter defendido "instintivamente" o filho

Pizzonia passou pela Fórmula 1
Pizzonia passou pela Fórmula 1Foto por SEBASTIAAN ROZENDAAL / ANP / ANP VIA AFP

O ex-piloto brasileiro de Fórmula 1 Antonio Pizzonia afirmou que a sua detenção no fim de semana nos Estados Unidos aconteceu por ter defendido "instintivamente" o filho de uma alegada agressão por parte de um adulto.

Pizzonia, de 45 anos, foi detido na tarde de sábado no condado de Montgomery, a norte da área metropolitana da cidade de Houston, no estado do Texas, acusado de agressão, tendo sido libertado no domingo após o pagamento de uma caução de 750 dólares (643 euros), segundo informou a polícia à AFP.

"Amigos, estou bem. Estou em casa. De facto, houve um episódio no qual, hoje, teria reagido de forma diferente. Naquele momento percebi que o meu filho, uma criança, estava a ser coagido por outro adulto e defendi-o instintivamente", escreveu o piloto numa história na sua conta de Instagram.

Em vídeos sem som divulgados por órgãos de comunicação social brasileiros, vê-se Pizzonia, piloto de Fórmula 1 entre 2003 e 2005, a dar um pontapé e depois um murro a um homem que se encontrava perto do seu filho, que participava numa corrida de karts no circuito Speedsportz Racing Park, em New Caney, Texas.

A Polícia do condado de Montgomery ainda não revelou detalhes sobre o incidente.

A carreira de Pizzonia

Antonio Pizzonia estreou-se na Fórmula 1 em 2003 pela equipa Jaguar, mas foi substituído durante a temporada.

Em 2004 e 2005 regressou ao volante de um Williams como substituto de Ralf Schumacher e Nick Heidfeld.

Após a sua passagem pela principal categoria do automobilismo, onde disputou 20 Grandes Prémios e somou oito pontos, o brasileiro também participou noutras competições de monolugares, como a Auto GP Series e a Superleague Formula.