Verstappen descreveu a Fórmula 1, em meados de fevereiro, durante os testes, como "Fórmula E com esteróides" e chegou mesmo a sugerir publicamente uma possível saída. A partir da próxima época, que arranca a 8 de março na Austrália, os monolugares serão mais pequenos e leves, o motor de combustão tradicional fornecerá apenas 50 por cento da potência, sendo a outra metade proveniente de uma bateria. E este impulso elétrico, incluindo um botão de boost para ultrapassagens, terá de ser bem gerido pelos pilotos.
"Não sei qual é o objetivo desta discussão agora", afirmou Schumacher numa conferência de imprensa da Sky: "Dizer: 'Já não me diverte, isto não é a Fórmula 1 que quero', não adianta nada."
Schumacher considera "lamentável que os pilotos já estejam a reagir assim, quando ainda não se disputou nenhuma corrida". Segundo o antigo piloto de 50 anos, isso acaba por deixar os adeptos inseguros, sobretudo quando um dos principais pilotos manifesta o seu desagrado desta forma.
Na opinião do especialista da Sky, o piloto da Mercedes Kimi Antonelli reagiu de forma mais positiva às mudanças. "Ele protagonizou uma evolução impressionante na segunda metade do ano na Fórmula 1 e é alguém que, claramente, consegue adaptar-se muito bem a novas situações e a novos circuitos."
