Vice-campeã do Mundial em casa em 1958 e terceira classificada em 1994, a seleção masculina terminou no último lugar do grupo de qualificação para a edição de 2026 e terá de enfrentar um percurso complicado nos play-offs se quiser chegar à fase final nos Estados Unidos, Canadá e México. Em março, vai defrontar a Ucrânia na meia-final.
Entretanto, a equipa feminina da Suécia, habitualmente entre as favoritas nas competições internacionais, corre o risco de ser ultrapassada pelo grupo perseguidor, com Inglaterra, Espanha e Itália a darem passos de gigante nos últimos anos.
“Para continuarmos a competir ao mais alto nível internacional, precisamos de criar condições para que os nossos jogadores possam preparar-se devidamente. Precisamos também de ter uma casa para o futebol sueco, um local onde todos sintam que é aqui que o futebol sueco começa", afirmou Kim Kallstrom, diretor de futebol da SvFF, à Reuters.
A federação pretende construir quatro campos de relva natural, um campo sintético e um campo coberto, além de transferir os seus escritórios para o novo campus em Kista, cerca de 12 km a noroeste da câmara municipal de Estocolmo.
Para Kallstrom, antigo médio da Suécia de 43 anos, este desenvolvimento representa uma oportunidade para lançar novas bases após as dificuldades recentes, sobretudo para a seleção masculina sénior.
“Não devemos traçar um paralelismo direto, mas se olharmos para isto a longo prazo, acredito que será uma peça fundamental e central no desenvolvimento contínuo do futebol sueco,” acrescentou.
