"É um enorme privilégio poder continuar a exercer esta função especial e ter a oportunidade de acompanhar a equipa em até três grandes torneios. Fico ainda mais satisfeito por podermos dar continuidade ao caminho que a Maren, a Saskia e eu, juntamente com toda a equipa, iniciámos", afirmou Wück.
No futuro, "a equipa continuará sempre a ser o centro das atenções: o desenvolvimento máximo de cada jogadora e a ambição partilhada de praticar um futebol corajoso e bem-sucedido, para crescermos juntos enquanto equipa."
No ano passado, a Alemanha perdeu, sob o comando de Wück, tanto a meia-final do Europeu (0-1 após prolongamento) como a final da Liga das Nações (0-0/0-3), ambas frente à Espanha. Este verão, pela primeira vez desde 2021, não se realiza nenhum grande torneio feminino. O próximo grande destaque será o Mundial-2027 no Brasil, seguido dos Jogos Olímpicos de 2028 em Los Angeles. A organização do Europeu em casa, em 2029, já começa também a ganhar forma.
Wück "não só iniciou uma importante renovação com a sua equipa técnica, como também apostou de forma corajosa em jovens talentos", elogiou o presidente da DFB, Bernd Neuendorf: "Sob a sua liderança, cresceu uma equipa que convence pelo seu jogo confiante, dinâmico e entusiasmante." Pode-se estar "orgulhoso" do ano passado, "mas o nosso objetivo mantém-se", sublinhou a diretora desportiva Nia Künzer, "continuar a conquistar títulos e a evoluir de forma constante com esse objetivo em mente".
As futebolistas alemãs iniciam a qualificação para o Mundial a 3 de março, em Dresden, frente à Eslovénia. Os outros adversários do grupo A4 são a Áustria e a Noruega.
