Pausa termina com grande jogo
Antes do regresso da Bundesliga, o Borussia Dortmund tem metas bem definidas: garantir novamente a qualificação para a Liga dos Campeões é a prioridade máxima, e manter o segundo lugar na tabela também está nos planos.
No entanto, para o reinício frente ao Eintracht, esta sexta-feira (19:30), o clube viaja com várias questões por resolver no plantel, fundamentais para o futuro.
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Lesões e negociações contratuais
O treinador Niko Kovac só precisa de se preocupar, para já, com a possível ausência do seu guarda-redes Gregor Kobel, que teve de abandonar o estágio em Marbella, na Andaluzia, devido a doença, já na quarta-feira.

Além disso, os defesas Ramy Bensebaini, que está a disputar a Taça das Nações Africanas pela Argélia, e Aaron Anselmino (lesão muscular) também estão ausentes. Mas o que realmente preocupa a direção do Borussia Dortmund são os contratos a terminar de quatro jogadores-chave.
Os casos mais urgentes são os de Julian Brandt e Emre Can, que só têm vínculo até ao verão. O capitão Can deu recentemente sinais de que espera continuar. O clube quer também contar a longo prazo com Nico Schlotterbeck e Karim Adeyemi, ambos com contrato até 2027. Contudo, Schlotterbeck, em particular, tem mostrado muita hesitação em renovar.
Sem reforços previstos para o inverno
O diretor desportivo Sebastian Kehl afirmou que pretende convencer o jogador de 26 anos "com toda a força que este clube tem". Ainda assim, é preciso paciência, "os assuntos têm de amadurecer", disse Kehl, antecipando novas conversas.

Ao contrário dos anos anteriores, não estão previstas negociações para possíveis entradas no mercado de inverno. Na altura, "talvez não tenhamos correspondido às expectativas desportivas e tivemos de lidar com várias lesões", recordou Kehl.

Agora, a situação é diferente. O segundo lugar e os 32 pontos em 15 jogos deixam um balanço positivo. Mesmo que o Bayern já esteja nove pontos à frente e praticamente inalcançável – e apesar da instabilidade que surgiu após a eliminação da Taça frente ao Leverkusen em dezembro. O defesa Waldemar Anton, no entanto, preferiu falar em "pressão" em vez de instabilidade, e garantiu que "em Dortmund há sempre pressão".

