
Regresso ao FC Porto: “Falar de Porto para mim é… é paixão, não há outra palavra. É o clube que eu amo, é o clube que me criou. Eu saio do Porto numa primeira fase a ganhar tudo. Depois regresso com o pensamento: é o Porto. É a minha casa. Vamos lutar para ser campeões. Vamos ganhar títulos. E o que é certo é que foi uma época muito complicada para mim e para toda a gente envolvida. Aconteceu muitas coisas dentro do Futebol Clube do Porto, momentos muito difíceis, mudança de treinador, tudo mais. Então foi muito complicado para a equipa depois voltar a reerguer-se. E acabou por ser uma época não conseguida da nossa parte, também a nível individual. Foi um bocadinho triste, sim. É o clube que eu amo, que eu vou amar para sempre. E falar do FC Porto para mim é… é vida. É o meu clube. Eu estou sempre de portas abertas para regressar ao clube. Portanto, fico só triste pela época que foi o ano passado.”
Passagem pelo Arsenal: “Posso dizer que foi a fase mais difícil da minha carreira até agora. Tive de me apresentar no Arsenal, obviamente tenho contrato com eles, tenho de cumprir isso. A partir do momento que lhes manifestei a minha vontade de ser emprestado, começaram a procurar por algumas situações para ver onde é que eu poderia encaixar. Esse tempo de indecisão foi muito complicado para mim e também para a minha família, percebes? Mas no final de contas faz parte da nossa vida, faz parte do futebol e temos de lidar da forma como nós conseguirmos.”
Adaptação ao Hamburgo e ao frio: "Foi uma das coisas que me surpreendeu bastante. É muito frio mesmo aqui. Nas últimas duas três semanas tem nevado muito e o que é certo é que é muito complicado. Mesmo para ir para os treinos e tudo mais. Tenho de usar tudo. Tenho de usar gorro, luvas, impermeável, golas, leggings, tudo.”
