Oliver Baumann e a discussão sobre o número 1 da Alemanha: "O que faço dentro de campo é que deve contar"

Oliver Baumann, guarda-redes do Hoffenheim
Oliver Baumann, guarda-redes do HoffenheimČTK / imago sportfotodienst / Hendrik Hamelau

Oliver Baumann, guarda-redes da seleção alemã, dá pouca importância à discussão contínua sobre quem deve ser o número um da Alemanha – e prefere manter-se reservado. "Acho simplesmente que não é produtivo quando esta discussão é constantemente alimentada do exterior", afirmou o guardião de 35 anos, em entrevista ao jornal "Zeit".

Naturalmente, a participação no Mundial deste verão nos Estados Unidos, México e Canadá "seria absolutamente o maior feito da minha vida, a realização do meu sonho de infância", explicou o guarda-redes.

No entanto, considera que não ajuda "se me coloco a dizer que sou o número um, enquanto o meu treinador não o afirmou", sublinhou Oliver Baumann, referindo-se ao selecionador Julian Nagelsmann.

Por isso mesmo, o guarda-redes, que só se estreou pela seleção da Alemanha em outubro de 2024, e desde então já somou dez jogos pela equipa, afirmou que "nem sequer pronuncia" a frase de que agora é o número um.

Baumann na pole position

Graças às suas exibições de alto nível pela seleção e pelo Hoffenheim, e também devido à nova lesão do guarda-redes Marc-André ter Stegen, Baumann está há semanas no centro da discussão sobre quem será o dono da baliza no Mundial deste verão. Nagelsmann continua sem assumir uma posição clara.

Assim, Baumann mantém-se discreto, até porque "não é adepto de grandes declarações". Pelo menos, a sua estratégia pessoal está definida: "Acredito que o que faço dentro de campo é que deve contar".

No dia 14 de junho, data do jogo de estreia da Alemanha em Houston, espera "fortemente estar presente nos Estados Unidos. De preferência na baliza", concluiu Baumann.