Naturalmente, a participação no Mundial deste verão nos Estados Unidos, México e Canadá "seria absolutamente o maior feito da minha vida, a realização do meu sonho de infância", explicou o guarda-redes.
No entanto, considera que não ajuda "se me coloco a dizer que sou o número um, enquanto o meu treinador não o afirmou", sublinhou Oliver Baumann, referindo-se ao selecionador Julian Nagelsmann.
Por isso mesmo, o guarda-redes, que só se estreou pela seleção da Alemanha em outubro de 2024, e desde então já somou dez jogos pela equipa, afirmou que "nem sequer pronuncia" a frase de que agora é o número um.
Baumann na pole position
Graças às suas exibições de alto nível pela seleção e pelo Hoffenheim, e também devido à nova lesão do guarda-redes Marc-André ter Stegen, Baumann está há semanas no centro da discussão sobre quem será o dono da baliza no Mundial deste verão. Nagelsmann continua sem assumir uma posição clara.
Assim, Baumann mantém-se discreto, até porque "não é adepto de grandes declarações". Pelo menos, a sua estratégia pessoal está definida: "Acredito que o que faço dentro de campo é que deve contar".
No dia 14 de junho, data do jogo de estreia da Alemanha em Houston, espera "fortemente estar presente nos Estados Unidos. De preferência na baliza", concluiu Baumann.
