No Heidenheim, afirmou: "Não sou treinador por vaidade. Quero sê-lo por convicção. E se sentir que já não consigo ajudar, é preciso ser honesto connosco próprios", acrescentou Schmidt, que orienta os Heidenheimer desde setembro de 2007, sendo já recordista no futebol profissional alemão. O seu contrato é válido até 2027.
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Luta pela manutenção é "um desgaste brutal"
Apesar da situação delicada do último classificado, Schmidt não acredita que haja dúvidas sobre o seu trabalho: "Sinto a confiança. Estou totalmente empenhado e ansioso pelos 13, ou com sorte 15 jogos, que ainda faltam."
A equipa da Ostalb já está a seis pontos do 16.º lugar. Na época passada, o Heidenheim só conseguiu garantir a permanência no playoff, frente ao Elversberg.
"Na altura estava completamente esgotado, acho que até se notava. Foi um desgaste brutal ter de ir ao prolongamento da época com o playoff", disse Schmidt. Ainda assim, deseja "voltar a passar por isso, que volte a acontecer no verão. Mas consigo recuperar rapidamente. Consigo recarregar energias e, em dois dias, deixar tudo para trás."
