A Colômbia "está pronta para jogar para ganhar, para ir jogo a jogo, para chegar até ao último dia do Mundial", garantiu o treinador na cidade caribenha de Barranquilha.
A equipa de Luis Díaz e James Rodríguez vai estrear-se no Mundial a 17 de junho frente ao Uzbequistão, no Grupo K, na Cidade do México, capital de uma das sedes do torneio, atualmente marcada pela violência do narcotráfico.
Grande parte do território mexicano foi abalada no domingo após a morte, numa operação militar, do maior chefe do país, Nemesio Oseguera, líder do Cartel Jalisco Nueva Generación (CJNG).
A vaga de violência que se seguiu colocou em causa a segurança do Mundial, que será coorganizado pelo México, Estados Unidos e Canadá entre 11 de junho e 19 de julho do próximo ano.
O principal foco de violência registou-se na cidade de Guadalajara, onde a Tricolor vai instalar o seu campo base e disputar o segundo jogo da fase de grupos frente a um adversário ainda por definir.
As outras duas cidades mexicanas, Monterrey e Cidade do México, não registaram incidentes violentos.
"Vai ser tudo espetacular"
"Acho que é uma situação preocupante a nível mundial, a nível regional, mas pronto, esperamos que estejam garantidas as condições e que tudo corra bem", afirmou Lorenzo sobre a violência no México.
Mais cedo, o presidente da FIFA, Gianni Infantino, tinha transmitido uma mensagem de tranquilidade nas suas primeiras declarações sobre o tema.
"Muito tranquilo, tudo muito bem. Vai ser tudo espetacular", assegurou o líder do futebol mundial à AFP, também desde Barranquilha, onde esteve presente num evento da Federação Colombiana de Futebol.

A Colômbia vai encerrar a fase de grupos com um aguardado duelo frente a Portugal, a 27 de junho em Miami.
Ausentes no Mundial-2022, os colombianos começaram com força a campanha de qualificação para o torneio norte-americano, embora tenham perdido algum ímpeto na reta final.
O principal objetivo é ultrapassar os quartos de final, a melhor prestação do país num Mundial, alcançada no Brasil, em 2014.
