A participação num Mundial é tido por todos como o auge da carreira de um futebolista, servindo de confirmação da sua capacidade de competir ao mais alto nível neste desporto. Por conseguinte, a acumulação de um número significativo de presenças em Campeonatos do Mundo demonstra as qualidades necessárias - não apenas a técnica, mas também a preparação física e a resiliência mental - para apresentar consistentemente um nível de desempenho excecional durante um período o mais extenso possível.
Assim sendo, não é obra do acaso o facto de os que surgem com maior regularidade nas competições prestigiadas serem normalmente consideradas as lendas do desporto-rei. Por outro lado, tal não significa que os melhores jogadores que já vimos pisar os relvados sejam necessariamente os atletas com maior número de internacionalizações.
Uma série de fatores pode influenciar a frequência competitiva dos futebolistas, mesmo os mais dotados, como sejam as lesões, a profundidade do plantel e as preferências tácticas dos seus treinadores. No entanto, é igualmente importante reconhecer que a nacionalidade também pode ter um impacto decisivo neste domínio. Por representarem países que tradicionalmente lutam para se classificar para as grandes competições, são vários os futebolistas extremamente talentosos que nunca tiveram a oportunidade de participar num Campeonato do Mundo. Jogadores como o galês Ian Rush, o ex-presidente da Libéria George Weah e - talvez o mais ilustre deste trio - o norte-irlandês George Best penduraram as botas sem disputar um único Mundial, em boa parte devido ao local onde nasceram.
Portanto, não é surpreendente constatar que os cinco jogadores com mais participações em Campeonatos do Mundo representavam (ou continuam a representar) países bem-sucedidos no desporto-rei:
1. Lionel Messi - 26 jogos
2. Lothar Matthäus - 25 jogos
3. Miroslav Klose - 24 jogos
4. Paolo Maldini - 23 jogos
5. Cristiano Ronaldo - 22 jogos
Passamos a explorar o percurso que permitiu a estes jogadores esta quantidade excecional de presenças em Mundiais, analisando ainda o seu desempenho em todas as fases finais nas quais estiveram envolvidos.
A moda dos melhores do mundo
Nas últimas duas décadas, dois jogadores redefiniram os limites da grandeza desportiva. Numa batalha aparentemente perpétua pela superioridade ao longo deste período, Lionel Messi e Cristiano Ronaldo obrigaram-se mutuamente a esforços hercúleos para conquistar o trono de melhor jogador do planeta.
Ambos quebraram uma lista quase interminável de recordes de golos e assistências, ao mesmo tempo que receberam um fluxo constante de distinções pessoais e coletivas. O seu domínio foi tal que a cerimónia anual da entrega da Bola de Ouro se transformou numa disputa direta entre argentino e português. Embora a sua influência tenha diminuído ligeiramente em tempos recentes, à medida que caminham para o término das suas brilhantes carreiras, as sombras de Messi e Ronaldo continuam a pairar sobre o mundo do futebol.
Este verão será o capítulo final dessa rivalidade que marcou uma era: os ex-Barcelona e Real Madrid preparam-se para capitanear os respectivos países num torneio internacional pela última vez. Ainda não sabemos se Argentina e Portugal se defrontarão na América do Norte; seja como for, aconteça o que acontecer, é provável que as duas lendas do desporto-rei acrescentem ao seu já colossal registo pelo menos mais algumas presenças em Campeonatos do Mundo.
Lionel Messi
A sensivelmente uma semana de celebrar o seu 19.º aniversário, corria o verão de 2006, Lionel Messi gozou de uma estreia memorável num Mundial. Tendo sido lançado a quinze minutos do fim do duelo da Argentina com a então Sérvia e Montenegro na fase de grupos, Messi foi a tempo de assinar um golo e uma assistência numa vitória por 6-0. Depois da estreia em Gelsenkirchen, a Pulga mediu forças com Países Baixos e México, mas assisitiu no banco de suplentes à eliminação com a Alemanha nos quartos de final, após um desempate por grandes penalidades de roer as unhas.
Quatro anos mais tarde, a Albiceleste, desta vez sob o comando do carismático Diego Maradona, voltaria a sair de cena diante da Alemanha, na sequência da vitória sobre o México nos oitavos de final. Este seria, de resto, o único Campeonato do Mundo no qual Messi não conseguiu marcar qualquer golo. Ainda assim, logrou uma assistência importante na África do Sul: o ex-jogador do Barça serviu Carlos Tévez em Joanesburgo, contribuindo assim para o 3-1 final com que os argentinos superaram a formação mexicana.
Em 2014, Lionel Messi já havia recebido a Bola de Ouro em quatro ocasiões, e vinha marcando golos com uma regularidade verdadeiramente assustadora. Essa evolução do argentino, que se tornara num goleador de excelência, logo se tornaria evidente em solo brasileiro: Messi fez o gosto ao pé nos três primeiros encontros da fase de grupos. Embora não tendo conseguido balançar as redes após o bis frente à Nigéria, no duelo de encerramento do Grupo F, realizaria uma série de exibições impressionantes na fase a eliminar. Acabaria por ser eleito o melhor jogador do torneio - um mero prémio de consolação após o icónico golo Mario Götze no prolongamento da final perdida contra a Mannschaft.
A deceção na Rússia seria muito maior: a Argentina voltou para casa logo nos oitavos de final, cortesia da França, que venceu um duelo bastante intenso. Messi foi responsável por duas assistências nesse embate com os gauleses: primeiro, viu Gabriel Mercado desviar o remate com o qual quis bater Hugo Lloris e, de seguida, colocou a bola redondinha para a cabeça de Sergio Agüero; mas tal não foi suficiente para evitar a eliminação do seu país.
Numa altura em que muitos afirmavam que não seria capaz de sair da sombra de Diego Maradona enquanto o troféu de campeão mundial continuasse a escapar-lhe, Messi chegou ao Catar com pressão acrescida. No entanto, o pequeno génio natural de Rosário estava, como sempre, pronto para lidar com essa expectativa de dimensões astronómicas.
Apesar de ficarmos com a impressão de que a conquista do título estava escrita nas estrelas, a Argentina não poderia ter começado pior. Após o golo de penálti com o qual o próprio Messi abriu o marcador diante da Arábia Saudita, os comandados de Lionel Scaloni sofreriam dois golos, acabando por perder por 2-1. Sob a batuta do seu ilustre capitão, os argentinos superaram o México (com um golo e uma assistência de Messi) e a Polónia, apurando-se assim para os oitavos de final.
Leo Messi marcou o seu terceiro golo no torneio num jogo disputado com a Austrália, antes de aumentar a vantagem da Albiceleste sobre os Países Baixos - embora o dramático bis apontado já ao cair do pano pelo ponta-de-lança Wout Weghorst tenham levado a partida para o prolongamento. Na decisão através de grandes penalidades, o tetracampeão da Liga dos Campeões meteu a bola na gaveta, após o potente remate de Virgil van Dijk ter sido defendido por Emiliano Martínez. Uma nova parada fantástica do guardião do Aston Villa - desta vez mergulhando para a esquerda para bloquear a tentativa de Steven Berghuis - permitiu à Argentina garantir a passagem às meias-finais.
Um terceiro penálti convertido com sucesso pelo capitão argentino daria à sua seleção uma vantagem inicial sobre a surpreendente Croácia, antes mesmo de um par de tentos através dos quais Julián Alvarez aniquilou as esperanças da turma de Luka Modric.
Já no encontro decisivo, o desempenho estratosférico Kylian Mbappé parecia simbolizar uma passagem de testemunho. Poderia o extraordinário hat-trick do francês tratar-se de uma indicação de que o reinado de Messi tinha passado à história? O argentino respondeu com um claro "não".
Apesar de Mbappé já ter assumido o título de melhor jogador do mundo antes do emocionante confronto da final de 2022, a noite de Messi em Lusail confirmou o seu legado. Depois de ter inaugurado o marcador e de ter colocado a Argentina em vantagem no prolongamento, o ex-craque do PSG não desperdiçou a tentativa que lhe coube no desempate por grandes penalidades. Gonzalo Montiel seria o herói da noite ao marcar o tento decisivo, mas nas manchetes do dia seguinte, só se via Messi. O herdeiro de Diego Maradona finalmente tocara no Troféu Jules Rimet, levando muitos a concluir que o incomparável esquerdino assumira o papel de melhor atleta da história do desporto-rei.
Cristiano Ronaldo
Cristiano Ronaldo surgiu na cena internacional no Euro 2004 disputado precisamente em Portugal, mas não demoraria a demonstrar as suas notáveis capacidades no palco mundial.
Dois anos após a sua estreia em torneios internacionais de seleções ao mais alto nível, Ronaldo contribuiu para o melhor desempenho da equipa das quinas num Campeonato do Mundo desde 1966 - edição essa na qual os nove golos de Eusébio levaram Portugal ao terceiro lugar. Além de ter marcado um golo crucial ao minuto 80 na vitória sobre o Irão na fase de grupos, Ronaldo assinou o penálti decisivo no desempate através de grandes penalidades dos quartos de final contra a Inglaterra de Sven-Göran Eriksson.
Tendo gozado de uma época de estreia espetacular na capital espanhola, esperava-se que Ronaldo brilhasse no Mundial 2010. Na realidade, porém, o astro do Real Madrid esteve aquém das expectativas. Entre os empates a zero com a Costa do Marfim e o Brasil, o camisola "7" da seleção nacional registou um golo e uma assistência na goleada aplicada à Coreia do Norte, o real underdog do Grupo G. Este elogiável contributo seria mesmo a única performance significativa do avançado merengue na prova, uma vez que Portugal seria eliminado nos oitavos de final pela Espanha, que viria a vencer a competição.
No Brasil, Ronaldo teria ainda mais dificuldades em causar impacto, já que a seleção das quinas não conseguiu o apuramento num autêntico grupo da morte. Além de ter sido incapaz de evitar uma derrota pesada contra a Alemanha na jornada inaugural, coube ao avançado Silvestre Varela apontar o tento da igualdade já nos descontos diante dos Estados Unidos, deste modo mantendo viva a esperança da qualificação para os oitavos de final. Apesar de ter contribuído para o marcador no embate com o Gana, Cristiano Ronaldo não conseguiu evitar o golo do empate aos 80 minutos.
Uma nova eliminação precoce em 2018 adicionaria mais um capítulo à escassa influência de Ronaldo em Mundiais, pese embora o madeirense tenha realmente aproveitado as oportunidades - ainda que limitadas - que pôde encontrar para deixar uma impressão positiva. O atleta cinco vezes vencedor da Bola de Ouro assinou um hat-trick no embate com a Espanha, que se traduziu num épico ibérico à base de seis golos no Estádio Olímpico de Fisht. Ronaldo marcou no início e no final da primeira parte, e ainda foi a tempo de cobrar na perfeição um livre direto, fazendo a bola passar pelo guardião David de Gea, confirmando assim a vitória portuguesa em Sochi. Cinco dias mais tarde, o astro merengue marcaria de cabeça o único golo de um triunfo sobre Marrocos, mas o destino de Portugal ficaria selado nos oitavos de final - pela segunda vez em três edições -, tendo o Uruguai derrotado a equipa comandada por Fernando Santos.
Apesar de os primeiros sinais dados por CR7 no Catar terem sido francamente positivos, as coisas rapidamente começaram a descambar. Ronaldo conquistou e converteu um penálti, provocando assim um fim de jogo caótico na jornada inaugural da fase de grupos com o Gana, encontro este que acabou por pender para a seleção portuguesa (3-2). No entanto, depois de ter descarregado a sua raiva no selecionador Fernando Santos, à conta da sua substituição a meio da segunda parte de um inesperado desaire com a Coreia do Sul, Ronaldo caiu do onze de Portugal - um cenário que já não sucedia desde o Euro 2008 - parea o encontro dos oitavos de final com a Suíça. Permaneceu entre os suplentes na surpreendente derrota de Portugal nos quartos de final contra Marrocos, o que acabou por deixar que Messi roubasse todas as atenções na competição da meia-final em diante.
Apesar dos seus inúmeros recordes, entre os quais o título de maior goleador da história da seleção portuguesa, Ronaldo sente que ainda lhe falta escrever o capítulo mais emocionante com a camisola de Portugal. Uma série de eliminações precoces e a polémica com o então selecionador nacional no último Mundial mancharam de certa forma o seu legado neste torneio, pelo que o avançado que representa atualmente o Al-Nassr estará ansioso por fechar em grande estilo a sua passagem pelo Olimpo do desporto-rei.
As demais lendas
Lothar Matthäus
Poucos jogadores contribuíram tanto para o sucesso do seu país quanto Lothar Matthäus, que representou a Alemanha em quatro Campeonatos do Mundo numa carreira internacional absolutamente notável.
O versátil médio disputou o seu primeiro Mundial em 1982, embora nessa altura ainda não fosse titular indiscutível. Matthäus assistiu no banco de suplentes à passagem da Mannschaft para a final, acabando por receber a medalha de vice-campeão na sequência do desaire por 3-1 com a Itália no Santiago Bernabéu.
Quatro anos mais tarde, uma Argentina que Maradona levou às costas conseguiu bater a Alemanha no duelo decisivo. Duas semanas antes da final do Estádio Azteca, Matthäus marcou o seu primeiro golo em Mundiais com um livre direto exímio apontado à baliza então defendida pelo guarda-redes marroquino Ezzaki Badou.
Os astros estavam alinhados para Matthäus em 1990. Tendo este torneio sido agendado apenas alguns meses após a reunificação do país, a Alemanha obteve um emocionante triunfo em solo italiano. Lothar Matthäus foi o capitão da seleção germânica nessa competição, tendo alinhado a titular nos sete jogos disputados pela Mannschaft, e apontado quatro golos.
O ex-jogador do Bayern também capitaneou o seu país nos quartos de final do último Mundial realizado na América do Norte, antes de alcançar a glória continental no Euro 96. Numa altura em que a sua influência diminuía paulatinamente, Matthäus efetuou a sua 25.ª e última participação na competição mais prestigiado da FIFA em França, palco no qual a Alemanha seria mais uma vez eliminada nos oitavos de final.
Miroslav Klose
Embora a maioria dos adeptos do desporto-rei se recordem de Miroslav Klose pelos seus golos decisivos em grandes torneios, há que reconhecer igualmente a sua imensa experiência e longevidade no universo futebolístico. O atual treinador do Nürnberg participou em quatro Campeonatos do Mundo, somando 24 jogos pela Mannschaft.
A notável série de cinco golos marcados de cabeça - três deles na goleada de 8-0 sobre a Arábia Saudita na sua estreia no Mundial - valer-lhe-ia a Bola de Prata em 2002. Klose voltaria à carga quatro anos mais tarde: seria novamente responsável por uma mão cheia de tentos, os quais foram suficientes para garantir o prémio de melhor marcador do torneio, uma vez que o atleta natural da Polónia ajudou o seu país que o recebeu a conquistar o terceiro lugar de um Campeonato do Mundo que se realizou justamente em solo germânico.
Já na África do Sul, o ponta-de-lança balançou as redes adversárias em quatro ocasiões; a contagem poderia até ter sido superior, já que não pôde defrontar a Sérvia na segunda jornada da fase de grupos, devido a castigo.
Após mais um terceiro lugar na maior competição de seleções, a Alemanha conquistaria o quarto título mundial em 2014, contexto este no qual Miroslav Klose se despediria do futebol internacional. Mas antes de vestir a camisola da Mannschaft pela última vez, o antigo jogador Lazio alcançou o título de melhor marcador da história do Campeonato do Mundo, apontando o seu 16.º golo em Mundiais na inesquecível goleada por 7-1 da Alemanha sobre o anfitrião Brasil.
Paolo Maldini
Um exemplo de excelência perdurante, Paolo Maldini encarou a sua carreira no clube e na seleção com a mesma lealdade inabalável, dedicação implacável e compromisso feroz para com a causa. Entre 1990 e 2002, Paolo Maldini não falhou um único minuto das cinco participações da seleção italiana no Mundial. Qual rocha impenetrável no lado esquerdo da defesa da Squadra Azzurra, o lendário defesa salvou o seu país em mais de uma ocasião.
Maldini comemorou o seu 22.º aniversário na quarta partida disputada consecutivamente no Campeonato do Mundo - ele que se estreara na competição meras duas semanas antes. Embora esse percurso tivesse terminado com uma enorme desilusão - Itália perdeu a meia-final para a Argentina nos penáltis -, o jovem natural de Milão demonstrou que pertencia plenamente ao convívio dos melhores atletas do planeta.
O Mundial de 1994 nos Estados Unidos e o França '98 contribuíram para a angústia italiana, já que dois novos desempates por grandes penalidades determinariam cruelmente o destino da seleção. Depois de ter desempenhado um papel fundamental na caminhada até à final, Maldini - além dos milhares de adeptos italianos no gigantesco Estádio Rose Bowl - nem queria acreditar no falhanço de Roberto Baggio, cujo penálti nem sequer acertou na baliza, atribuindo assim o troféu ao Brasil. Quatro anos mais tarde, Luigi Di Biagio veria a sua grande penalidade ser desviada pela trave em Saint-Denis, confirmando a eliminação da Itália nos quartos de final.
Maldini teria uma última oportunidade de garantir o cobiçado troféu no Mundial 2002, mas as suas esperanças foram prontamente extinguidas no torneio realizado em solo asiático. O avançado sul-coreano Ahn Jung-hwan apontou um golo de ouro aos 117 minutos, o qual pôs um fim imediato ao percurso da Itália, e entregou um triunfo inesperado aos anfitriões em Daejeon.
Apesar desta sequência de eliminações dramáticas nas suas cinco participações em Campeonatos do Mundo, Maldini será para sempre recordado como um dos maiores nomes da história do torneio.
Participações em Mundiais: FAQs - Perguntas Frequentes
1. Que jogador detém o recorde de maior número de partidas na história do Mundial?
Lionel Messi. O craque argentino já disputou 26 partidas em Campeonatos do Mundo ao longo da sua carreira internacional.
2. Quantos jogadores disputaram cinco Campeonatos do Mundo?
Apenas seis atletas participaram em cinco Mundiais: foram eles Antonio Carbajal, Andrés Guardado, Rafael Márquez (os três pela seleção do México), Lothar Matthäus (Alemanha), Lionel Messi (Argentina) e Cristiano Ronaldo (Portugal).
3. Poderá Cristiano Ronaldo bater o recorde de presenças de Lionel Messi no Mundial 2026?
Sim. No entanto, para que tal aconteça, Portugal terá provavelmente de chegar mais longe na prova do que a Argentina. Ronaldo tem atualmente 22 partidas em Mundiais, menos quatro do que Lionel Messi.
4. Que país participou no maior número de edições do Campeonato do Mundo?
O Brasil é a única equipa que se qualificou para as 22 edições do Mundial disputadas até ao torneio deste verão na América do Norte. Por conseguinte, é o país com mais participações no principal torneio internacional da FIFA.
5. Qual é o guarda-redes com mais partidas realizadas na história do Campeonato do Mundo?
Hugo Lloris. O antigo guarda-redes do Tottenham disputou 20 jogos em Campeonatos do Mundo antes de abandonar a seleção, na sequência da derrota da França contra a Argentina na final de 2022. Lloris recebera a medalha de campeão do mundo na Rússia quatro anos antes.
6. Lionel Messi poderá disputar um sexto Mundial em 2026?
Sim, Lionel Messi terá a possibilidade de participar no Mundial 2026. Uma vez que a Argentina garantiu a qualificação para a fase final da prova, o capitão da Albiceleste deverá comandar a campeã em título no jogo de abertura contra a Argélia, a 16 de junho de 2026, em Kansas City.
