"A nossa federação de futebol não terá alternativa e terá de agir dessa forma, pois seria impensável participar numa competição desportiva organizada por um país que violou militarmente as fronteiras do nosso reino", explicou o historiador do desporto Svend Rybner ao jornal BT.
"Numa situação de invasão dos EUA ao nosso território, como sublinhou a nossa primeira-ministra Mette Fredriksen, tudo nas relações com o agressor ficará simplesmente suspenso", acrescentou.
"Estamos a acompanhar a situação política com muita atenção e em permanência, mas neste momento estamos apenas focados nos play-offs de março", esclareceu a federação dinamarquesa de futebol em comunicado ao "BT".
Nos play-offs de acesso ao Mundial, a Dinamarca vai defrontar nas meias-finais, a 26 de março, em Copenhaga, a Macedónia do Norte e, em caso de vitória, jogará a final a 31 de março, fora de casa, contra o vencedor do duelo entre a Chéquia e a Irlanda.
