A lesão ocorreu mesmo no final do jogo, quando Salisu caiu no relvado a segurar o joelho e precisou de assistência médica.
Os exames realizados posteriormente confirmaram a gravidade do problema, afastando o central dos relvados por um período prolongado. Num comunicado, o Mónaco confirmou o diagnóstico e garantiu o seu apoio ao jogador durante todo o processo de recuperação.
"No final do jogo frente ao Olympique de Lyon, o nosso defesa central Mohammed Salisu sofreu uma lesão no joelho esquerdo. Os exames médicos revelaram uma rotura do ligamento cruzado anterior. O clube vai apoiar o Mohammed durante toda a sua recuperação e está ao seu lado em todos os momentos", anunciou o clube do Principado.
Uma rotura do LCA costuma afastar os futebolistas da competição durante cerca de nove meses, o que praticamente exclui Salisu dos planos do Gana para o próximo Mundial.
Esta lesão representa um duro revés tanto para o clube como para a seleção, já que o jogador de 25 anos tem sido fundamental na defesa do Mónaco e uma opção importante para os Black Stars.
Desde a sua estreia pela seleção em 2022, o futebolista, antigo jogador do Valladolid, marcou quatro golos em 22 jogos.
O contratempo de Salisu junta-se a uma lista crescente de internacionais ganeses que sofreram lesões semelhantes no último ano. Fatawu Issahaku, Tariq Lamptey, Alidu Seidu, Ernest Nuamah, Abdul Mumin e Baba Iddrisu também estiveram afastados devido a roturas do LCA, o que levanta preocupações sobre o impacto destas lesões no grupo de jogadores do Gana, tanto a nível de clubes como internacional.
Para Salisu, a prioridade agora é a operação e a reabilitação, enquanto inicia um longo processo para voltar a estar a 100 %.
