O Barcelona retirou-se oficialmente do projeto da Super Liga Europeia na semana passada, antes de apresentar o seu pedido de readmissão na EFC, anteriormente designada por Associação Europeia de Clubes, até à sua mudança de nome, em outubro.
A EFC, que representa mais de 800 clubes em toda a Europa, tem um papel fundamental nas decisões sobre competições, calendários de jogos, quadros financeiros, regulamentos de transferências e política comercial.
O Barcelona revelou que o presidente da EFC e do Paris Saint-Germain, Nasser Al-Khelaifi, apresentou pessoalmente o pedido de adesão do Barcelona ao conselho diretivo.
"A EFC manifestou a sua satisfação e honra em receber o FC Barcelona de volta como Membro Ordinário e transmitiu a sua disponibilidade para trabalhar em estreita colaboração com o clube, de forma a definir os próximos passos e especificar o seu envolvimento nesta nova fase da organização", referiu o clube.
"O FC Barcelona encara esta decisão de forma muito positiva e reafirma o seu compromisso em colaborar com os restantes clubes europeus em prol do futebol, das suas competições e dos seus adeptos", acrescentou.
A saída do Barcelona da Super Liga deixou o Real Madrid como o único defensor que restava da competição dissidente.
No entanto, o Real Madrid chegou a acordo com a UEFA no início desta semana para pôr fim à sua amarga disputa judicial.
