O clube blaugrana tinha consciência de que só poderia avançar para João Cancelo se, em primeiro lugar, o jogador aceitasse uma redução significativa do seu salário elevado e proibitivo, e em segundo, se o seu clube atual não exigisse qualquer compensação financeira pela transferência, para além de assumir uma parte, também limitada, do seu ordenado.
A resposta, apesar de o Inter ter apresentado uma proposta mais vantajosa tanto para o clube saudita como para o próprio jogador, foi favorável ao Barcelona devido à insistência do jogador em voltar a vestir a camisola blaugrana.
Havia um teto que não podia ser ultrapassado: quatro milhões de euros era o máximo que podia ser investido na contratação de Cancelo, o que corresponde a 80% do salário de Christensen, que está lesionado há muito tempo e terá de ser inscrito como baixa federativa, com a sua autorização. Assim que houver consentimento do dinamarquês e também da LaLiga para que possa ser inscrito, só falta formalizar o acordo por escrito para que se torne oficial.

Espera-se que isso aconteça em breve, já que Hansi Flick, que já deu o seu aval à chegada do jogador, pretende contar com ele o quanto antes para que se adapte ao seu sistema.
Com a entrada de Cancelo, o alemão poderá dar descanso a Koundé na lateral direita e utilizar o francês como central, ou até alinhar o português na lateral esquerda, posição em que já atuou tanto no Barcelona como no City sob o comando de Guardiola.
