"O Marc tinha acabado de regressar e estava a trilhar um excelente caminho; ficámos muito felizes com o seu regresso à seleção. Agora, só há uma coisa que importa: recuperar a saúde, com tranquilidade e sem pressa. Estamos todos com ele", declarou Nagelsmann à agência alemã SID, filial da AFP.
Durante a derrota do Girona no terreno do Oviedo (1-0), o guarda-redes alemão lesionou-se na coxa esquerda, ficando assim fora da janela internacional e dos jogos amigáveis da Alemanha em Basileia frente à Suíça e em Estugarda contra o Gana, nos dias 27 e 30 de março, respetivamente, os dois últimos encontros antes do anúncio da lista de convocados para o Mundial de 2026.
"Agora temos de voltar a prescindir dele. Mas para o Marc, pessoalmente, é um revés que o afeta ainda mais", acrescentou Nagelsmann.
A duração exata da sua ausência continua incerta. "O jogador vai realizar mais exames médicos para confirmar o diagnóstico e definir o prognóstico", informou o clube espanhol na segunda-feira em comunicado.

Após duas épocas marcadas por lesões graves, Ter Stegen viu o FC Barcelona pressioná-lo a sair, ao considerá-lo o terceiro guarda-redes atrás de Joan García e do polaco Wojciech Szczęsny.
Ter Stegen juntou-se ao Girona para somar minutos com vista ao Mundial, que será disputado de 11 de junho a 19 de julho no Canadá, Estados Unidos e México.
Suplente de Manuel Neuer durante muitos anos na seleção, Ter Stegen era, desde a retirada internacional do guarda-redes do Bayern após o Euro-2024, na perspetiva de Nagelsmann, o número 1 para o próximo Mundial, desde que recuperasse minutos na segunda metade da temporada.
Na sua ausência, o guarda-redes do Hoffenheim Oliver Baumann tem-se afirmado entre os postes, enquanto os apelos ao regresso de Neuer nunca desapareceram por completo.
