Matías Almeyda, desta forma, não poderá orientar os próximos sete jogos do Sevilja. O clube andaluz, que já tinha apresentado recursos, vai recorrer a todas as instâncias para tentar reduzir ao máximo a sanção.
Os sete jogos de suspensão estão distribuídos da seguinte forma: dois por protestar com o árbitro, um por não se dirigir ao balneário após ser expulso, três por "atitudes reiteradas de desrespeito ou desconsideração para com os árbitros" e um por "conduta contrária ao bom funcionamento".
O técnico do Sevilha vai falhar uma fase crucial do campeonato, em que a sua equipa disputa as aspirações de permanência.
O próprio Almeyda já pediu desculpa em relação ao sucedido, mas sublinha que não disse nada. "Antes de mais, gostaria de pedir desculpa aos adeptos, ao sevillismo, à minha família, a todas as pessoas que sei que estão sempre comigo e atentas a como corre cada jogo e como me sinto pela minha reação ao ser expulso".
"E é muito fácil expulsar-me quando não falo. E vejo todos os jogos, todos os jogos, um milhão de protestos e nós não podemos falar. E eu não falei, não insultei. E quando te expulsam assim... Perdi a cabeça porque perguntava ao árbitro porque é que me expulsou? E nunca me disse porquê. Agora é muito fácil escrever sobre a expulsão de Almeyda, mas não se sabe o motivo".

