LaLiga: O problema do Atlético de Madrid com o relvado do Metropolitano

Koke em ação pelo Atlético de Madrid
Koke em ação pelo Atlético de MadridÁNGEL PÉREZ MECA / SPAIN DPPI / DPPI VIA AFP

O estado do relvado do coliseu rojiblanco tornou-se um tema central nos últimos dias no Atlético de Madrid. Contudo, não existe uma solução simples, já que foi plantado em novembro, logo após os treinos dos Miami Dolphins.

Depois de vencer o Betis por 5-0 em La Cartuja, nos quartos de final da Taça do Rei, Antoine Griezmann afirmou que a goleada foi possível graças ao relvado.

"Talvez pelo campo, é o melhor de Espanha. O nosso não ajuda muito e complica-nos. Somos uma equipa que procura jogar. Movemo-nos bastante, participámos sem bola e isso facilita muito quem a tem", afirmou.

No domingo, as duas equipas voltaram a defrontar-se, mas desta vez para a LaLiga e no Metropolitano. Desta vez, com vitória do Betis. 

"A verdade é que não está bem, escorregamos, levanta-se... Uma equipa como o Atlético precisa que o campo esteja em condições para jogar. Exigem-nos que joguemos a um bom nível e precisamos de um campo de qualidade para o conseguir, um relvado de nível", referiu Koke.

Relvado não vai ser substituído

A realidade é que o relvado continuará o mesmo na meia-final da Taça, frente ao Barcelona, no duelo com o Club Brugge, na Champions, e nos possíveis jogos futuros, bem como nos sete restantes da LaLiga.

O clube atribui as más condições do relvado à meteorologia adversa que Madrid tem enfrentado nos últimos tempos, com chuva, frio intenso e até neve.

A relva será retirada no final da época, para receber os concertos de verão, mas tudo indica que a instalação da pista de gelo entre dezembro e janeiro não teve qualquer influência.