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A primeira dessas finais disputa-se este sábado frente a um adversário direto como o Alavés, depois do empate alcançado noutro duelo determinante diante do Girona (1-1). Nemanja Gudelj já tinha afirmado que "agora, todos os jogos são finais para nós" e o sevilhanismo respondeu ao desafio.
Assim, o plantel e os adeptos lançaram uma campanha nas redes sociais com o lema "Os de vermelho são os nossos", incentivando os adeptos a vestirem-se de vermelho no Ramón Sánchez-Pizjuán. Suazo, Azpilicueta, Vlachodimos e Akor Adams foram alguns dos jogadores que promoveram este movimento através das stories do Instagram, procurando criar uma grande atmosfera em Nervión.

Lema polémico
No entanto, a origem do lema é bastante mais controversa. Surgiu em 1993, quando Carlos Salvador Bilardo orientava o Sevilha e, num jogo frente ao Deportivo da Corunha, Maradona acertou involuntariamente com um pontapé na cara de Albístegui ao tentar fazer uma bicicleta.
Nesse momento, o fisioterapeuta do Sevilha, Domingo Pérez, aproximou-se para assistir o central da equipa galega, já que este tinha sangue no rosto e o número 10 já tinha regressado ao relvado sem problemas.
"Domingo, Domingo, ao Diego, ao Diego!", gritava-lhe Bilardo. O técnico argentino desesperava-se: "Em vez de agarrar o Diego, agarra o outro. Quero morrer, quero morrer". E repetia por três vezes a frase que viria a tornar-se célebre: "Os de vermelho são os nossos".
Domingo Pérez disse-lhe que Maradona estava em perfeitas condições, ao que o então treinador do Sevilha respondeu: "Pisa-o, pisa-o".
