Atlético Madrid 1-0 Alavés

O Atlético de Madrid regressava ao Metropolitano com o objetivo de somar pontos para não se afastar ainda mais do Barcelona. Pela frente, os colchoneros receberam um Alavés que, com outra perspetiva, visitou o templo rojiblanco com a ambição de conquistar pontos e afastar-se do fundo da tabela. Ainda mais depois do triunfo do Valência em Getafe.
O encontro começou como uma tarde de janeiro: fria e pausada. Com o passar dos minutos, o Atleti passou a controlar a posse de bola. A equipa de Diego Simeone circulava o esférico, mas o bloco baixo do Alavés dificultou-lhes a tarefa de encontrar profundidade. O mais relevante foi uma tripla ocasião do Atleti, que o conjunto visitante defendeu bem antes do intervalo.
Na segunda parte, o Atleti entrou com o pé direito: um cabeceamento de Sorloth (48') colocou os rojiblancos em vantagem, que finalmente puderam respirar sem abrandar o ritmo. O avançado norueguês continua em grande forma e tornou-se numa peça fundamental do ataque de Diego Simeone.
O Alavés decidiu fazer três alterações: Guevara, Denis Suárez e Lucas Boyé entraram para os lugares de Guridi, Pablo Ibáñez e Toni Martínez (55').
O domínio era do Atleti. O Alavés concentrou-se em recuperar a bola e esperar pelo jogo direto. Diego Simeone mexeu na equipa: Griezmann, Koke e Baena substituíram Giuliano, Julián Álvarez (que esteve apagado) e Thiago Almada. A entrada de Baena trouxe mais mobilidade ao Atleti. O ex-Villarreal, aliás, atirou uma bola ao poste com um remate forte de fora da área que quase surpreendeu Sivera.
O Atleti deixou o Alavés com esperança e os minutos finais prometeram oportunidades e agressividade por parte do conjunto basco.
Já nos descontos, o Alavés dispôs de duas ocasiões claras: em dois cabeceamentos, esteve muito perto de empatar. A finalização em ambas as situações não foi a melhor. Lucas Boyé cabeceou por cima da baliza na última jogada do encontro e os comandados de Diego Simeone acabaram por segurar um jogo que se complicou na reta final.

