Recorde as incidências da partida

Villarreal e Atlético de Madrid disputavam o último jogo do campeonato, com o terceiro lugar em disputa. Apesar de o Submarino Amarelo começar a jornada nessa posição, precisava urgentemente da vitória para a manter. E conseguiu-a em grande, despedindo-se do seu treinador e de Parejo como ambos mereciam.
Os comandados de Marcelino, que tinham de entrar a todo o gás, criaram a primeira ocasião com um bom remate de Pépé que desviou em Koke e resultou em canto. Depois, foi Ayoze quem não conseguiu finalizar em condições após um excelente cruzamento de Pedraza.
Musso teve de fazer a sua primeira intervenção para evitar o golo de Mikautadze, numa jogada em que o georgiano foi ficando progressivamente sem ângulo, mas ainda assim conseguiu rematar à baliza.
No Atleti, Griezmann despedia-se, depois de já se ter despedido do Metropolitano uma semana antes. O francês combinou com Baena, mas não conseguiu criar perigo. O almeriense também tentou com Lookman, mas o nigeriano não pôde dar seguimento ao lance por estar isolado.
Parejo marcou na despedida
O que chegou foi o golo do Villarreal. Pépé foi rápido, Musso saiu mal e o argentino derrubou o costa-marfinense. Grande penalidade. Dani Parejo, no dia da sua despedida, converteu o penálti.
Villarreal ao ataque
O golo do jogador de Coslada soltou o futebol ofensivo do Submarino Amarelo. Pedraza roubou a bola a Marcos Llorente, cruzou para a área, Hancko aliviou e a bola sobrou para Ayoze, que não perdoou perante Musso.
Pouco depois, o Villarreal assinou o terceiro num dois para dois exemplar. Ayoze, sempre em destaque, viu a entrada de Mikautadze, que fintou e bateu Musso com um remate de pé direito.
O Atlético de Madrid reduziu distâncias com um canto cobrado por Griezmann, má saída de Arnau Tenas, e Marc Pubill cabeceou para o fundo das redes. Mas antes do intervalo, ainda houve tempo para mais um golo dos castelhanos. Desta vez foi Gueye, que disparou de pé esquerdo à entrada da área e colocou a bola no ângulo, fazendo o 4-1.
Ayoze bisou
No segundo tempo, o Villarreal manteve-se demolidor. Ayoze assinou o segundo da conta pessoal, ao finalizar com um remate cruzado em arco espetacular.
O canário esteve perto do terceiro numa boa oportunidade, que desviou na defesa colchonera. La Cerámica levantou-se em peso pouco depois para se despedir de Parejo, que foi substituído juntamente com Pedraza, dando lugar a Diatta e Sergi Cardona. Antes, o estádio do Villarreal aplaudiu Baena, que juntamente com Lookman cedeu o seu lugar a Boñar e Morcillo.
Griezmann queria marcar na despedida e pediu penálti numa jogada com Rafa Marín, que não foi assinalado. O francês teve ainda outra oportunidade e Mikautadze esteve perto do sexto numa Cerámica que, a um dia da convocatória de Luis de la Fuente, entoou "Moleiro seleção":

