"Isso passa por marcas. Na próxima semana, vamos a Paris. É preciso tentar manter uma sequência positiva. Só assim poderemos aspirar a algo mais. E, a certa altura, vamos defrontar equipas que estão na nossa situação (Marselha, Lyon, Lille e Estrasburgo). Serão jogos de seis pontos. Temos de estar preparados", afirmou Sébastien Pocognoli.
Entretanto, o Monaco precisou de uma parte para furar a defesa do Angers.
"Contra um bloco baixo, a palavra de ordem é paciência, a velocidade com que fazemos circular a bola, com que encontramos o homem livre", afirmou o treinador.
"Não foi fácil na primeira parte. Ao intervalo, tínhamos duas opções: mudar tudo ou ajustar dois, três pequenos detalhes. Foi isso que fizemos, a equipa foi recompensada", acrescentou.
Se "faltou precisão e ritmo" antes do intervalo, "na segunda parte, foi melhor, com Simon Adingra a ser decisivo". Quanto a Maghnès Akliouche, "em relação à sua lesão (anca), não arriscámos colocá-lo em campo de forma precipitada perante uma situação que podíamos controlar de outra forma", continuou Pocognoli.
"O objetivo é que esteja a 100% (em Paris). Acredito que vai estar", acrescentou o treinador do Monaco.
O treinador do Angers, Alexandre Dujeux, "não ficou desiludido com a atitude dos jogadores", mas lamentou "a falta de eficácia" da sua equipa.
"O meu trabalho é encontrar a melhor fórmula ofensiva. Envio mensagens ao grupo para dizer que está tudo em aberto. Estou de olhos bem abertos. Vamos trabalhar, apoiar-nos uns aos outros com humildade e seguir em frente", concluiu.
