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"Os líderes têm o direito de falar e devem fazê-lo em determinados momentos. É normal haver frustração após uma derrota. Entre nós, dizemo-nos as coisas de forma muito clara e estamos satisfeitos por avançar juntos", explicou esta terça-feira Désiré Doué perante a comunicação social.
"Não me senti visado", acrescentou, quando questionado novamente sobre as palavras do vencedor da Bola de Ouro.
No dia 13 de fevereiro, após a derrota em Rennes (3-1), Ousmane Dembélé declarou: "Estamos na segunda metade da época e é o Paris Saint-Germain que deve estar em primeiro lugar, não as individualidades. Temos de jogar para o clube em vez de pensarmos em nós próprios".
"Sempre fui fiel a mim próprio. Dou sempre o meu melhor e ajudo a equipa da melhor forma possível", garantiu também na terça-feira Désiré Doué, depois de ter marcado dois golos em Mónaco na primeira mão do play-off da Liga dos Campeões (3-2) e outros dois no sábado frente ao Metz na Ligue 1 (3-0).
"É apenas fruto do trabalho, com disciplina, que me esforço diariamente. Estou muito bem acompanhado aqui, tanto pelo staff como pelos meus colegas de equipa", sublinhou o extremo na véspera da segunda mão da Liga dos Campeões no Parque dos Príncipes.
Questionado sobre a sua celebração frente ao Mónaco, onde tapou os ouvidos, o antigo jogador do Rennes explicou: "No futebol acontece muita coisa. Esta celebração foi pessoal. Estou focado no meu futebol e quero apagar todo o ruído à minha volta da minha memória".

