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Conhecido como inferno de Gelo, o relvado do Bodo/Glimt, onde o Inter vai entrar em campo em breve na primeira mão dos play-offs da Liga dos Campeões, volta a ser tema devido ao facto de ser composto por relva artificial. A poucas horas do início do jogo, sobretudo numa das faixas laterais, o relvado apresenta ainda elevações visíveis, potencialmente perigosas para os jogadores.
O problema resulta das intensas quedas de neve dos últimos dias e das cerca de 80 toneladas de neve retiradas em apenas 24 horas: para limpar o campo, as máquinas utilizadas pelo clube norueguês acabaram por levantar o manto sintético, criando depressões que agora preocupam o Inter.
Já na terça-feira, durante o treino de preparação, o treinador nerazzurro Cristian Chivu focou-se nesse segmento irregular do relvado, nos limites da conformidade regulamentar e claramente inadequado para uma competição de alto nível como a Liga dos Campeões. O técnico romeno pediu uma intervenção rápida e, durante a sessão, alguns jogadores puderam verificar diretamente as dificuldades de movimentação numa superfície nestas condições.
Não houve qualquer protesto oficial, mas também esta quarta-feira o clube milanês reiterou a necessidade de garantir a segurança do relvado para evitar riscos físicos aos futebolistas, dialogando tanto com o clube norueguês como com a UEFA nas habituais reuniões da véspera. Em princípio, não deverão existir impedimentos para a realização do jogo desta noite.
