Recorde as incidências da partida
"Estamos a tentar encontrar formas de sancionar jogadores que estão a falar enquanto tapam a boca, porque uma coisa é falar sobre táticas com os nossos colegas de equipa ou ter uma discussão casual, mas claramente havia ali ódio entre os jogadores. Especialmente de um para o outro. E talvez seja necessário sancionar este tipo de comportamento, quer quando se coloca as mãos à frente da boca ou quando se cobre com a camisola, como ele fez. Portanto, estas coisas precisam de tempo, porque também precisamos de falar com os árbitros, o que podem fazer e o que não podem fazer. Portanto, é um trabalho em curso, mas pelo menos há um momento em que toda a gente está consciente", afirmou Mikael Silvestre, em declarações à Sky Sports.
Referindo-se especificamente ao caso de alegado insulto racista de Prestianni a Vinícius Júnior, o antigo defesa admitiu que será complicado provar o episódio ocorrido no Estádio da Luz.
"O Kylian Mbappé apresentou-se e disse que ouviu claramente o que o jogador disse. Neste caso, pelo menos, podem-se obter testemunhos. Mas o facto é que também é difícil. É basicamente difícil para o árbitro ter provas do que está a acontecer para a investigação, fazer tudo tão rapidamente porque o jogo da segunda volta é daqui a sete dias. E se se provar que algo é realmente verdade, então o jogador não deve poder jogar, deve ser suspenso, deve ir para um programa educativo porque este tipo de comportamento não é possível", explicou.
