João Mário e a escolha pelo Bolonha: "No FC Porto conquistei tudo o que podia, sentia necessidade de um novo desafio"

João Mário, lateral-direito do Bolonha
João Mário, lateral-direito do BolonhaČTK / imago sportfotodienst / www.imagephotoagency.it

João Mário, lateral-direito português, tem ganho espaço no Bolonha, depois de ter trocado a Juventus pelo emblema orientado por Vincenzo Italiano, no mercado de inverno.

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A dois dias do play-off da segunda mão para os oitavos de final da Liga Europa frente ao Brann, vive-se uma situação de emergência nas alas defensivas do Bolonha. O clube italiano retomou esta manhã os treinos após o triunfo caseiro no campeonato diante da Udinese: o lateral-esquerdo Miranda apresentou-se indisponível devido a fadiga na coxa direita, sendo que irá realizar exames amanhã. Assim, o espanhol está em forte dúvida. Mas também à esquerda está ausente Lykogiannis, a contas com uma tendinopatia nos flexores.

Para as alas defensivas, apenas Zortea e João Mário estão disponíveis, visto que De Silvestri está fora da lista (tal como Helland). E Heggem também pode falhar o jogo, depois de ter sido baixa de última hora frente à Udinese devido a lombalgia, sendo igualmente sujeito a exames amanhã: Vitik e Lucumi deverão manter-se no centro da defesa.

Os números de João Mário
Os números de João MárioFlashscore

Entretanto, João Mario apresentou-se: "No FC Porto conquistei tudo o que podia conquistar, sentia necessidade de um novo desafio. Em Turim, na Juventus, não estava a jogar tanto quanto desejava e a escolha pelo Bolonha em janeiro foi técnica, para ter mais oportunidades. Estamos em emergência e posso até jogar à esquerda se o treinador precisar. O importante é passar a eliminatória e seguir em frente na Liga Europa".

Dominguez regressou hoje ao grupo, recuperado da gripe, e estará disponível para a segunda mão – às 20:00 horas de quinta-feira, no Dall'Ara –, para a qual o Bolonha chega depois de voltar a vencer em casa para o campeonato, algo que não acontecia desde 9 de novembro frente ao Nápoles e, em termos absolutos, desde o duelo da Taça de Itália com o Parma a 4 de dezembro.

Quebrado o tabu, há que defender o 0-1 da última quinta-feira em Bergen, assinado por Castro, já que uma derrota pela margem mínima levaria o jogo para prolongamento. Este confronto com o Brann é o desafio que pode definir a época, numa altura em que há nove pontos para recuperar em relação ao sexto lugar da Serie A.