Recorde as incidências do encontro
Ian Cathro (treinador do Estoril Praia):
"Não alinho no discurso da justiça, porque sei que o futebol não é justo, mas concordo com o treinador do Gil Vicente quando diz que o jogo podia ter caído para qualquer um dos lados. Tivemos um jogo com muita qualidade, duas boas equipas, bons jogadores, um bom jogo de futebol. Foi um grande jogo e é muito bom para este campeonato ter jogos assim.
Mais uma vez, esta equipa mostrou uma confiança muito alta, e agressividade para acompanhar essa confiança. É possível criticar qualquer equipa, mas ninguém pode criticar a nossa mentalidade e capacidade de competir. Ninguém nos pode apontar o dedo em termos de atitude.
O Begraoui é um jogador que está numa evolução muito importante, percebe cada vez melhor o jogo e está a trabalhar muito para a equipa. Mas estes 17 golos surgem da forma como trabalhamos como equipa, porque se batêssemos bola na frente talvez ele não tivesse esses golos. Podemos e devemos olhar para o jogador individualmente, mas não gosto de fugir do coletivo, porque é isso que está a criar este contexto”.
César Peixoto (treinador do Gil Vicente):
“Foi um jogo que deixou satisfeito quem veio ao estádio, com duas equipas a quererem ganhar os três pontos. O Estoril foi mais feliz e eficaz. Este resultado não era o que queríamos, mas não belisca em nada o que temos feito. Temos de usar este jogo para melhorar. Faltou agressividade, o Estoril foi mais forte aí e ganhou supremacia. No cômputo geral foi tudo muito equilibrado, caiu para o Estoril, podia ter caído para nós.
Temos de olhar para este jogo e que nos possa servir para ainda crescermos mais, pois temos capacidade de fazer mais e melhor. Temos de refletir, conversar com a equipa, mostrar onde é que não estivemos tão bem. Temos de ir jogo a jogo. Há muitas equipas com qualidade, temos conseguido ser melhores, mas hoje não aconteceu. Agora temos de dar já uma boa resposta frente ao Benfica e perceber o que temos de melhorar para crescer mais um bocadinho”.
