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Alverca e Estrela da Amadora sofreram derrotas expressivas na última jornada da I Liga de futebol: os ribatejanos em Braga (5-0) e os 'estrelistas' diante do Benfica, no Estádio da Luz (4-0).
“Espero um Estrela diferente do jogo da primeira volta, uma equipa que mudou com a chegada do João Nuno. É uma equipa difícil, muito combativa, que sofreu algumas alterações na equipa neste mercado, mas esperamos conseguir os três pontos”, adiantou Custódio Castro em conferência de imprensa.
O treinador considerou, por outro lado, que o crescimento da formação ribatejana não tem sido regular, mas espera regressar às boas exibições.
“Têm existido oscilações no rendimento, sem retirar também mérito e capacidade aos adversários, mas o que esperamos é dar uma boa resposta frente ao Estrela. Queremos um grande rendimento individual e coletivo para podermos lutar pelos três pontos”, expressou.
As últimas contratações, dos defesas Fabrício Garcia e Diogo Spencer, visam, segundo Custódio Castro, “acrescentar competitividade” ao plantel.
“São dois jogadores que vão acrescentar qualidade à equipa e fizemos tudo para que pudessem estar connosco. Era um objetivo colmatarmos a saída do Gonçalo Esteves (regressou a Itália), era uma das posições que queríamos reforçar”, vincou.
O técnico pronunciou-se ainda em relação às entradas e saídas do plantel, falando também sobre a maior transferência da história do Alverca, a do médio brasileiro Alex Amorim, para o Génova, de Itália, por oito milhões euros.
“Os jogadores do Alverca estão a suscitar alguma cobiça e é natural pelo trabalho desenvolvido. Acabou por sair o Amorim, dou-lhe os parabéns, e também ao clube e ao staff por conseguirem a maior venda de sempre do clube. Espero que tenha sorte e até já telefonei ao Vitinha (avançado português do Génova) para que pudesse ajudá-lo na integração. Estamos felizes com as chegadas e com os jogadores que temos”, exprimiu.
