Reviravolta do Arouca
Depois de uma péssima primeira parte, como foi retratado aqui na crónica do Flashscore, o Arouca recuperou de uma desvantagem de dois golos e deu a volta ao Vitória SC (3-2), conquistando um importante triunfo para recuperar terreno e fugir à luta que ninguém quer: a manutenção.
O campeão de inverno construiu a vantagem na primeira meia hora de jogo, que parecia abrir caminho para uma tarde tranquila para o conjunto liderado por Luís Pinto, até pelo fraco rendimento ofensivo dos lobos. No entanto, o golo de Trezza, nos descontos da primeira parte, teve um efeito muito positivo na equipa da casa.
Barbero igualou a partida ainda antes da hora de jogo e, depois, foi a vez de Lee consumar a cambalhota no marcador, numa reviravolta épica.
Estreia feliz de Héctor Hernández
O avançado espanhol teve uma passagem muito feliz pelo Chaves, naquela que foi a sua primeira aventura em território nacional, que lhe valeu o passaporte para os brasileiros do Corinthians. No entanto, com pouco espaço no Timão, Héctor Hernández foi uma das agradáveis surpresas deste mercado de janeiro em Portugal.
Depois de perder a sua referência, Pablo, para o West Ham, o Gil Vicente chegou a acordo com Héctor e já colheu frutos da aposta. Após não ter saído do banco na receção dos gilistas ao Famalicão, o avançado espanhol foi a arma secreta que anotou o golo da vitória em Moreira de Cónegos (1-2).

Estrela vence duelo pela manutenção
O mercado de inverno provocou uma reformulação profunda no plantel às ordens de João Nuno, que tenta garantir a manutenção enquanto gere a integração de uma série de caras novas. Pode ler um retrato Flashscore do que tem vindo a acontecer na Reboleira.
Pese todas as mudanças, no segundo jogo da época sem qualquer jogador nascido em Portugal no onze inicial, a equipa somou três importantes pontos. Os tricolores alcançaram a primeira vitória em 2026, logo frente a um adversário direto na luta pela permanência, o Santa Clara (1-0), que contou com o novo treinador Petit pela primeira vez no banco.

21 segundos de Anísio
Um, dois, três, quatro… 21 segundos. Anísio Cabral tem, como se costuma dizer no mundo do futebol, a estrelinha do seu lado. O jovem avançado saiu do banco para apontar o golo que valeu o triunfo do Benfica na receção ao Alverca (2-1), no primeiro toque na bola, apenas 21 segundos depois de substituir Andreas Schjelderup.
Esta é a segunda vez que o campeão europeu e mundial sub-17 marca no primeiro toque que tem na bola num jogo da equipa principal do Benfica.
Clássico pobre
Era o jogo mais aguardado da 21.ª jornada e, provavelmente, da temporada até ao momento, por tudo o que gravitou (e ainda gravita) em torno do Clássico (1-1), mas acabou por ser uma autêntica desilusão dentro - e fora - das quatro linhas.
Após uma primeira parte sem qualquer remate enquadrado com a baliza adversária, em que as tochas nas bancadas obrigaram a uma interrupção, a segunda metade teve golos, mas ficou também muito marcada pelo comportamento dos apanha-bolas, que esconderam os pinos e as bolas de reposição na reta final do encontro.
Depois do empate, que deixou praticamente tudo na mesma no topo da tabela, surgiu uma troca de acusações sob a forma de comunicados: os grandes a serem pequenos e a reforçarem um caminho de desvalorização do futebol português.

