Recorde as incidências da partida
Apesar de resultados distintos na jornada anterior, Nacional e Casa Pia chegaram moralizados à Choupana, depois dos duelos com Sporting e FC Porto, respetivamente. Talvez por isso, as duas equipas tenham entrado com ambição ofensiva e sem receios.

Não foi por falta de vontade
A formação de Álvaro Pacheco, que na jornada anterior travou o líder FC Porto, trouxe esse embalo para a Madeira. A entrada foi personalizada e obrigou Kaique a aplicar-se para evitar o 0-1 de Larrazabal, que procurava marcar pela segunda ronda consecutiva.
Os gansos mostravam-se mais perigosos e o guardião emprestado pelo Palmeiras voltou a ser chamado a intervir, mas o conjunto de Tiago Margarido cresceu com o passar dos minutos e terminou a primeira parte a encostar os lisboetas às cordas.
Alan Núñez assumiu-se como principal dinamizador do flanco direito e cruzou com conta, peso e medida para a cabeça de Chuchu Ramírez. Patrick Sequeira, em grande diante dos dragões na jornada anterior, voltou a brilhar e desviou para canto. Na sequência desse lance surgiu a melhor ocasião de todo o encontro até então, com José Gomes a acertar na trave.
Foi mesmo falta de acerto
Apesar do entretenimento proporcionado pelas duas equipas na primeira parte, que somou 17 remates, faltaram os golos para traduzir a intensidade em vantagem no marcador. O Nacional manteve a iniciativa no arranque da segunda parte, com Chuchu Ramírez, Gabriel Veron e Paulinho Bóia a aumentarem o volume ofensivo insular, mas o Casa Pia conseguiu reequilibrar a partida numa fase em que o 0-0 já não soava a mau resultado para a equipa de Álvaro Pacheco.

Cassiano (75') surgiu isolado, mas esbarrou em Kaique na melhor oportunidade dos gansos em todo o encontro. Pouco depois, Zé Vítor (79') cabeceou ao lado e confirmou que, na Choupana, criar não foi suficiente para vencer.

Homem do jogo Flashscore: João Goulart (Casa Pia)
