Recorde as incidências da partida
Duas partes bem diferentes: "Ficou claro. Na primeira parte não conseguimos ter a nossa agressividade. Tivemos dificuldade na organização. Sofremos golos que não podemos sofrer. Por outro lado, quero ser justo com os jogadores porque também é verdade que temos dois centrais disponíveis, o Gonçalo a voltar sem ritmo de jogo. Não têm muitos treinos juntos."
Mudanças ao intervalo: "Ficou muito óbvio que precisávamos de mais agressividade. Na segunda parte fomos mais agressivos nas situações de 1x1. Não fomos obrigados a baixar tantas vezes durante tanto tempo. Entrámos mais vezes no nosso ritmo de jogo. Conseguimos situações em que noutros dias fazemos golos. Temos de sair daqui zangados com o resultado".
Reforço do meio-campo: "Nós temos de olhar para a primeira parte. O que estava a permitir muitas saídas ao Sporting foi o controlo do Trincão nessa zona central. Tentámos fazer os ajustes no lado esquerdo e acho que conseguimos melhorar nesse sentido, permitiu à equipa ir entrando no jogo. Se queremos competir nestes jogos, quando criamos oportunidades de temos de fazer golo. Acho que não foi o nosso melhor dia nesse sentido. Senti algumas situações da equipa de arbitragem, não foi o melhor dia da equipa de arbitragem."
Protestos contra a arbitragem: "Ninguém vai passar duas horas a analisar situações porque não estamos falar de golos ou penáltis. A malta que está mais perto do jogo sabe que quando há uma falta que permite uma transição... essas coisas têm um grande impacto. Às vezes temos de dizer as coisas. Não foi o meu melhor dia, mas infelizmente acho que não foi o melhor dia da equipa de arbitragem".
