Recorde as principais incidências da partida
Mudança de chip: “Aquilo que receava era precisamente uma ressaca emocional do jogo de quarta-feira, com falta de concentração ou alguma sobranceria, mas foi exatamente o contrário. A equipa fez tudo para ganhar e merecia outro resultado. Como dizia aos jogadores, não acuso ninguém de falhar golos... foi a única coisa negativa que fizemos. Criámos muito, mas falhámos demasiado. Fizemos tudo para vencer e não conseguimos.”
Substituições: “Nos minutos finais, o nervosismo é natural, até porque hoje em dia qualquer jogo vai quase sempre para sete ou oito minutos de compensação e hoje havia motivos para mais. O Luís Godinho deu cinco minutos, que nem chegaram a ser cinco. Alterámos o perfil da equipa nesses últimos minutos: o miúdo (Anísio Cabral) entrou bem, deu presença na área, jogou de costas para a baliza e foi uma boa referência, mas não resultou. Não gosto muito de falar em sorte ou azar... faltou eficácia.”
Balão de confiança: “Acho que não. A equipa continua a jogar bem, como já joga há várias semanas. O facto de ficarmos mais longe dos rivais não afeta o nosso trabalho diário. A nossa seriedade não muda. Vamos continuar o nosso caminho, com a tristeza natural por um resultado negativo.”
Pontos perdidos: “Tem peso. Chegámos a este momento sem nenhuma derrota, mas estes empates são pontos perdidos. Pode haver nota de culpa nalguns jogos, em que entregámos pontos. Hoje, sinceramente, não consigo apontar o dedo aos jogadores.”
