Recorde as incidências da partida
Hugo Oliveira, treinador do Famalicão
Análise: "Só conta o resultado final. Sabíamos que ia ser um jogo difícil porque os jogos com equipas que estão na cauda da tabela, são muito fechados. Nem sempre tivemos critério durante a primeira parte. Na segunda, tivemos mais energia, acabámos por sofrer, mas a equipa soube dar a resposta. A equipa teve coragem e acabámos por ser uns justos vencedores. Mostrámos maturidade por saber que o jogo só se ganha quando acaba".
Estreias: "Nestes momentos em que as equipas estão mais baixas é preciso trazer o talento individual. Foi importante trazer essa energia e isso mostra a qualidade do grupo. Neste jogo houve mais estreias e este grupo mostra mais uma vez a qualidade. Estreamos mais dois jovens e é uma equipa que quer dar alegria aos adeptos. Este jogo foi a demonstração que a força mental tem tanta importância como a capacidade técnica".
Opções e justiça: "Quisemos baixar o Gil Dias para trazer combinações com o Sorriso. Sabia que íamos ter mais chegada e o Pedro Bondo já tinha amarelo. O AFS veio cá para defender e ver o que conseguia quando saísse. Merecíamos fazer mais golos, mas somos justos vencedores".
João Henriques, treinador do AFS
Análise: "Nós fizemos uma muito boa partida até ao momento-chave que é aquela situação na área em que há um erro de interpretação por parte do videoárbitro (VAR). Já que o árbitro não conseguiu ver nada dentro da área, que é falta clara, pé em riste. É um lance que dita aqui uma mudança no jogo. Estávamos a fazer um bom jogo até ali, tínhamos o jogo completamente controlado e estávamos em vantagem do marcador".
Elogios: "Os jogadores foram inexcedíveis no cumprimento do plano de jogo e demos continuidade ao que fizemos em Alvalade. Fomos uma equipa organizada, preparada para o jogo e estávamos aqui com toda a confiança para levarmos os três pontos".
Respeito: "É preciso haver algum respeito pelos profissionais que estão ali dentro. Houve um colega a provocar e, no futuro, quem sabe que as coisas não se invertem. Eu não vejo um erro de arbitragem a nosso favor e os jogadores sentem muito isso. Por muita estabilidade que tentamos passar, é difícil. Estas coisas pesam muito e em condições normais, há o deve e o haver. Quando é direcionado e ainda por cima nesta altura, torna-se complicado. Ou há coerência na marcação de faltas ou não vale a pena".
Revolta: "Os jogadores estão revoltados porque tinham o jogo controlado e após aquele lance na área, acontecem estas coisas que são difíceis de entender. Nós assumimos os nossos erros, mas há um momento-chave e este é que faz a diferença. Não estamos aqui a desculpar com nada. Os jogadores querem, acreditam, fizeram um jogo competente e sentiram que as coisas estavam a correr bem. Depois há momentos que decidem o jogo. Quando o adversário tem mérito, temos de reconhecer o erro, assim é mais difícil".
