Liga Portugal: Declarações dos treinadores após o Casa Pia-Arouca (3-2)

Álvaro Pacheco, treinador do Casa Pia
Álvaro Pacheco, treinador do Casa PiaCARLOS BARROSO/LUSA

Declarações em conferência de imprensa após o jogo Casa Pia–Arouca (3-2), da 22.ª jornada da Liga Portugal, disputado este sábado no Estádio Municipal de Rio Maior.

Recorde as incidências da partida

Álvaro Pacheco (treinador do Casa Pia):

“A importância (do triunfo) tem que ver com a continuidade do nosso trabalho. São três pontos e todos são importantes. Os pontos vão ficar mais caros de conquistar. O mais importante é como os temos vindo a conquistar. Jogámos contra um adversário muito bom.

Mostrámos este crescimento, sermos capazes de competir e conquistar o que queremos com esta qualidade. Numa primeira parte em que fomos capazes de ferir, ganhar a vantagem e se calhar até ter uma vantagem mais dilatada.

Uma segunda parte mais matreira, mais inteligente e a reduzir aquilo que o Arouca estava a tentar promover. Faltou na parte final um golo que pudesse ampliar a vantagem e deixar-nos um bocadinho mais tranquilos.

Mais uma vez, esta equipa apanha-se a ganhar e é capaz de aguentar. Isso revela a competência.

Este é um projeto ambicioso e com visão, que não só olha para o presente como para o futuro. Este tipo de projetos também me cativa e obriga-me a sair todos os dias fora da zona de conforto”.

Vasco Seabra (treinador do Arouca):

“Faltou um pouco mais de último terço e baliza. Tivemos sempre o domínio na posse e na construção para conseguir ligar ao último terço, mas penso que fica a faltar mais baliza e mais capacidade para finalizações.

(Relvado) Estas condições não ajudam a quem quer construir e jogar da forma como nós o fazemos. O relvado já estava muito mau no último jogo em casa do Casa Pia e hoje estava pior. Percebo as intempéries, mas creio que há condições mínimas para se conseguir jogar um jogo de elite e do futebol profissional.

Não me quero refugiar nessas desculpas, temos a nossa culpa e assumimos a mesma, mas tenho de deixar essa chamada de atenção. É preciso esse investimento dos clubes. Se queremos vender o nosso produto e o nosso mercado, temos de dar condições para que quem joga também tenha condições.

(Lance da grande penalidade) É um penaltizinho. O VAR ter a coragem de chamar o árbitro por causa daquilo, parece-me que não é futebol. E se vamos por aí, também tem de marcar logo a seguir a nosso favor, porque há um agarrão sobre o Barbero. O Arouca tem zero penáltis a favor esta época e oito contra”.

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