Na reunião, com o presidente da LPFP, Reinaldo Teixeira, e o secretário de Estado adjunto e da Administração interna, Paulo Simões Ribeiro, a Liga diz que procurou "expor de forma detalhada as dificuldades sentidas pelas Sociedades Desportivas para fazer face ao aumento significativo dos custos associados às operações de segurança”.
Em comunicado, a Liga diz ainda ter tido compreensão da parte do governo, quando “os encargos com segurança representam já um investimento muito relevante” nos orçamentos dos clubes.
Outro aspeto crítico para a LPFP e para os clubes é serem estes a suportarem os custos em matéria de segurança pública no exterior dos recintos, uma despesa imputada ao promotor do jogo.
Da reunião para abordar a nova portaria em matéria de serviços remunerados, manteve-se “o período mínimo de serviço de quatro horas, bem como a defesa do princípio de proporcionalidade”, em função de avaliação de risco de cada evento.
Com outros temas abordados, como o combate à pirataria e contrafação ou o consumo de bebidas de baixo teor alcoólico nos estádios, a Liga afirmou continuar a defender soluções equilibradas que garantam segurança e também a sustentabilidade económica dos clubes.
