O registo não se aproximou do recorde de 2023/24, com 446 golos, mas ganhou 24 em relação aos 393 da temporada passada e, em edições a 34 jornadas, só perde também para os 422 de 2021/22, entrando para o último lugar do pódio.
À média de 2,73 golos por encontro, o presente campeonato supera todos os restantes, nas 28 edições com 18 clubes, o que aconteceu em 1989/90, de 1991/92 a 2005/06 e desde 2014/15.
Os três grandes ostentam, como quase sempre, os ataques mais concretizadores, liderados pelo Sporting, que, apesar de ter perdido os 21 golos do sueco Viktor Gyökeres, reinou com 47, apenas menos um do que tinha em 2024/25.
Por seu lado, o Benfica e o campeão de inverno FC Porto ficaram-se pelos 36, perdendo dois e quatro golos, respetivamente, em relação ao que somavam há um ano.
O SC Braga, mesmo tendo ficado apenas em quinto, atrás do Gil Vicente, quarto, foi o pequeno mais goleador, com 31 tentos (mais um do que em 2024/25), contra os 28 do Estoril, que cresceu 10.
Individualmente, o grego Vangelis Pavlidis, do Benfica, foi o rei, com 17 golos, à média de um por jogo, ele que havia dececionado na primeira volta da época passada (apenas quatro), antes de uma boa segunda (15).
O colombiano Luis Suárez, herdeiro de Gyökeres nos leões, estreou-se na Liga Portugal com 15 golos e é o segundo da lista, com o espanhol Samu, melhor marcador dos líderes destacados, a fechar o pódio, junto ao venezuelano Chucho Ramirez, que marcou 12 dos 21 tentos do Nacional.
