Após 17 jornadas, os leões são, destacados, o melhor ataque da prova, com um total de 47 golos, que é o segundo melhor pecúlio do clube em meio século, apenas superado precisamente pelos 48 da temporada passada.
Em termos globais, e nos campeonatos a 18 clubes, o ataque do conjunto comandado por Rui Borges passa a ser o terceiro melhor entre todos os clubes, atrás também dos 49 golos do Benfica de 2021/22, liderado por Roger Schmidt.
Quanto ao Sporting, e tirando a época passada, já não fazia melhor em 17 jornadas desde os 55 tentos de 1973/74, sendo que, depois disso, tinha com recorde os 45 tentos de 1984/85, seguidos dos 41 de 1977/78 e dos 40 de 1995/96 e 2023/24.
O poderio ofensivo dos leões traduz-se também no facto de ter marcado em todas as 17 jornadas, algo que a equipa de 2024/25 não conseguiu, ao ficar em branco na receção ao Santa Clara (0-1) e em Barcelos (0-0), sob o comando de João Pereira, que orientou a equipa depois de Ruben Amorim e antes de Rui Borges.
Luis Suárez, proveniente do Almeria, da segunda divisão espanhola, chegou a meio como o segundo melhor marcador da prova, apenas atrás do benfiquista Pavlidis (17), sendo secundado por Pedro Gonçalves, o melhor marcador português da competição, com nove tentos, em 13 jogos.
Francisco Trincão e o uruguaio Maxi Araújo, ambos com quatro golos, fecham o pódio dos melhores marcadores leoninos, secundados pelo grego Ioannidis, que só foi titular em três dos 12 jogos em que participou, com três.
O registo do Sporting 2025/26 fica, porém, a quilómetros de entrar nos melhores registos da história da prova, todos dos leões, com estratosféricos 87 em 1939/40 (prova com 18 jornadas), 84 em 1946/47 (26) e 76 em 1941/42 (22).
A quarta melhor marca é do Benfica, com 74 golos em 1944/45 (campeonato com 18 jornadas), enquanto a quinta é dividida pelo Belenenses, de 1942/43 (18), e o FC Porto, de 1939/40 (18), ambos com 73 tentos apontados.
Os leões também não se aproximaram da recente melhor marca em qualquer volta, já que há três anos, em 2018/19, o Benfica, liderado por Bruno Lage, apontou 66 golos na segunda metade da prova, para um total de 103.
