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Análise ao Moreirense: "É especial porque volto a uma casa que me ajudou e à qual serei grato toda a minha vida. É sempre especial voltar a Moreira de Cónegos. É um clube muito organizado, tem vindo a crescer, tem criado um estatuto de crescimento, é uma equipa competitiva, coesa, perde pouco a bola, em casa é sempre perigosa e dificulta sempre os jogos às equipas grandes. O Vasco tem feito um bom trabalho, tem um trajeto espetacular. É um jogo difícil, um terreno difícil nos últimos anos para o Sporting. Espera-nos um jogo difícil. Temos de fazer tudo para ganhar perante uma boa equipa".
Debast e Ioannidis: "Não vou aprofundar. O Zeno está numa reabilitação para se sentir a 100 por cento depois da lesão dele. Penso que mais uma ou duas semanas, não sei ao certo, mas está perto de voltar a 100 por cento. O Fotis é igual. Poderá estar na convocatória para amanhã (sábado), é possível que aconteça".
Mensagem ao plantel: "Não tem a ver com pragmatismo. Esta segunda volta vai ser mais difícil, disse-o logo. Queremos fazer melhor do que na primeira volta, mas será uma segunda volta mais difícil, as equipas precisam de pontos e os jogos vão ser mais exigentes. Os jogos vão perder qualidade e vem ao de cima o individual e o pragmatismo. Na mensagem do treinador não está esse pragmatismo, mas indiretamente o jogador sente isso em termos mentais, essa necessidade de ganhar não sai da cabeça do atleta. Mais do que a mensagem, a exigência vai levar a que o atleta sinta essa exigência de querer ganhar".

Golos tardios: "Marcamos há 41 jogos seguidos no campeonato. É a ambição da equipa, sinal de que estamos por cima do adversário por muito tempo durante o jogo".
Palavras de Frederico Varandas: "O presidente falou e está tudo dito".
Problemas no Benfica podem ser vantajosos para o Sporting: "Penso que não. A parte externa vai variando a atenção. Hoje é com o Benfica, depois é com o Sporting, com o FC Porto. Isso não mexe com o desfecho do campeonato, nem a mim como treinador, nem aos jogadores. O que eles ouvem ou veem pode servir de motivação por algum motivo, mas mais do que isso não vai mexer em nada. Estou feliz por ter tido uma semana mais normal, conseguimos essa passagem direta aos oitavos que nos tirou dois jogos e foi importante para recuperar jogadores. Isso ajudou a reabastecer a energia da equipa".

Pressão: "A pressão faz parte do dia-a-dia do Sporting e de qualquer atleta de competição. Um ou outro pode sentir mais a pressão de termos de ganhar. A malta estava habituada a que o Sporting estivesse a ganhar 2-0 aos 15 minutos, mas os jogos não são todos assim. No último jogo marcámos nos últimos minutos, mas foi o jogo com mais cantos ganhos, tivemos imensos remates à baliza, jogámos bem. O adversário defende cada vez melhor a baliza e os jogos vão ser mais difíceis. Aqui e ali perdemos qualidade, faz parte, mas temos de ir à parte física do jogo. Satisfaz-me ganhar, mas não vai ser sempre 3-0 ou 4-0. Se ganhar 1-0 sempre, não me chateia e pode ser aos 90+3'".
Dificuldades na primeira volta com o Moreirense: "Acho que é um jogo totalmente diferente. Sei o que é jogar em Moreira de Cónegos. Não é só o Moreirense, quase todas as equipas vêm tentar enervar um pouco a equipa do Sporting em Alvalade. Faz parte e temos de saber lidar com isso. O jogo com o Moreirense foi dos melhores do Sporting, em termos de xG foi dos melhores do campeonato. São histórias diferentes, sei a dificuldade que é jogar em Moreira de Cónegos. Vão ser mais pressionantes, ter mais bola e dividir o jogo, fizeram isso com todas as equipas em casa".
FC Porto diz que agora voltou a utilizar o tablet: "Infelizmente, nasci nos anos 80, não eram anos de tablet e telemóveis. Cresci na rua, a jogar futebol de manhã à noite, a minha mãe a chamar-me na varanda. Nasci com valores, que me foram dados com humildade e sem novas tecnologias. Educaram-me muito bem, tive uma adolescência muito feliz e com valores muito bem dados. Concordo com o FC Porto, que em termos de imagens de tablets e televisões está à frente de todos os outros".

Rendimento de alguns jogadores: "É preciso perceber os momentos. O Pote vem de lesão, está à procura da melhor performance e no último jogo foi quem fez mais remates, o Trincão é o que mais assiste. O Morita tem 85% de acerto no passe, o Hjulmand não vai estar no seu melhor, é dos jogadores com mais minutos do Sporting e é natural que tenha uma pequena quebra. Estão dentro do expectável, vão continuar a resolver jogos, mas estão ligados ao coletivo, ajudam a equipa e é isso que têm de continuar a fazer".
Regresso de Luís Suárez: "Pode ser aos 90, que ele tem marcado golos. Acima de tudo, ganhamos a referência novamente. Tem sido importante, é o nosso melhor marcador, dá competitividade, agressividade. É muito importante e passa uma energia muito própria. É um avançado muito bom".
Ponto forte do Moreirense: "Temos de contrariar o bloco e coletivo deles. É uma equipa com organização defensiva muito forte, mas a ideia de jogo do Moreirense vem de alguns anos. É uma equipa competitiva, bem organizada, forte na saída para contra-ataque, mas em casa procura o seu jogo, gosta de ter bola e não a perde muito. Tem o Alanzinho, que foi meu jogador e é um miúdo muito acima da média, tem uma defesa rápida, competitiva, o Dinis (Pinto) tem crescido imenso".
Luis Guilherme: "Eu disse que nos dava solução à direita, esquerda e dentro. Tem uma qualidade enorme, vai ter um futuro muito bom, é focado, treina bem, vai adaptar-se à exigência do futebol português, o que não conseguiu em Inglaterra, e isso fará dele um jogador muito bom no futuro. Terá um futuro muito promissor".
João Simões: "Tem a ver com o melhor momento dos médios. O Dani está a crescer, o Giorgi está de fora ainda. Eles têm qualidades diferentes. O Dani é mais parecido com o Morita, o Simões dá outras coisas e depois é perceber qual a melhor opção".

