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O proprietário do Forest procura contratar o seu quarto treinador esta temporada, após a saída de Sean Dyche.
“Vi várias coisas que um dos jornais estava a escrever... sobre o facto de isto estar relacionado com a sua relação no balneário com os jogadores, um calendário de treinos exaustivo, que estava a esgotar a energia dos jogadores. O dono sentar-se com os jogadores e pedir-lhes conselhos deixa-me perplexo, mas suponho que possa ser um sintoma do futebol moderno, é a realidade”, disse Jordan à talkSPORT.
“O Sean Dyche, para mim, era o elemento extra que lhes daria a garra e a resiliência para transformar esta época de um autêntico desastre numa temporada que, não sendo brilhante, talvez ainda os mantivesse na Premier League, e foi isso que referi ontem. Quando vi o resultado, não pensei logo que o Dyche seria despedido", sustentou.

Sobre a postura do proprietário do Forest, Jordan não poupou nas palavras: “O Marinakis é imprevisível. O Sean e o Thomas Frank não anteciparam estas decisões e talvez devessem, sobretudo no caso do Thomas Frank, porque se o Sean Dyche mantivesse a sequência de vitórias que conseguiu, o Forest ficaria na Premier League".
“O Marinakis ouviu claramente os jogadores e seguiu a opinião deles, e espero que isso lhe corra bem – e digo isto com ironia, porque normalmente não resulta dessa forma…”, rematou.
