Bernardo Silva e a braçadeira de capitão do City: "Procurei dar sempre o exemplo"

Bernardo Silva, capitão do Manchester City
Bernardo Silva, capitão do Manchester CityCARL RECINE / GETTY IMAGES EUROPE / GETTY IMAGES VIA AFP

O médio do Manchester City, Bernardo Silva, afirma que está a desfrutar da oportunidade de ser capitão do clube esta época.

Bernardo Silva foi promovido a capitão pela primeira vez esta temporada.

“Bem, tento ser sempre igual, manter-me a mesma pessoa ao longo da minha carreira”, disse ao site do City. “Mesmo quando era mais novo, procurei sempre dar o exemplo, tanto na forma como treinava como no meu comportamento diário".

“Mas claro, agora, com toda a experiência e o tempo que passei com o Pep – faz parte do meu trabalho, não só manter um bom ambiente no balneário e uma competição saudável entre nós, mas também ajudar os mais jovens".

“Trata-se de ajudar os jovens a adaptarem-se o mais rápido possível. Isso é o mais importante neste clube: a responsabilidade e o nível de exigência".

Os números de Bernardo Silva
Os números de Bernardo SilvaFlashscore

“É preciso lutar pelas grandes conquistas. E agora cabe-me a mim transmitir essa mensagem aos mais novos".

Sobre a sua relação com o treinador Pep Guardiola, Bernardo acrescentou: “Bem, é uma mistura de uma relação muito, muito profissional que já dura há oito anos e meio, e também existe uma relação pessoal".

“Ganhámos muito juntos; passámos muito tempo lado a lado. É um treinador que me deu imenso. Aprendi muito com ele e continuo a aprender todos os dias".

“E tenho ótimas recordações com ele. Mudou bastante e é um treinador que procura não ficar na mesma zona de conforto, não jogar sempre da mesma forma".

“Todos os anos gosta de inovar, porque sabe que, se não o fizer, as outras equipas vão adaptar-se a nós".

“Claro que é complicado encontrar uma solução diferente e eficaz todos os anos, mas é isso que ele tenta fazer e é por isso que é um treinador especial".

“Vencer seis vezes na Premier League não é habitual. Existe muita concorrência. Muitos jogadores saíram, chegaram vários jovens, e temos este tipo de jogadores – eles precisam de tempo", concluiu.