Glasner criticou a direção depois da derrota por 2-1, devido à venda de Marc Guehi ao Manchester City.
O austríaco, cujo contrato termina esta época, reagiu de forma dura: "Acho que os jogadores deram tudo o que podiam. Não fizemos substituições, olhem para o banco, só há miúdos ali. Sentimo-nos completamente abandonados. Vender o nosso capitão na véspera de um jogo – não faz sentido nenhum. Estamos a preparar-nos e ontem (sexta-feira) disseram-me que o nosso capitão ia ser vendido, mas por que não na próxima semana? Ao menos podia jogar este jogo e depois, na próxima semana, outros jogadores regressariam. Isto deixa-me mesmo revoltado. Se o coração se desgasta duas vezes por ano, com (Eberechi) Eze na véspera de um jogo no verão e agora o capitão também na véspera de um jogo – simplesmente não percebo. Estou no futebol há 30 anos e nunca vivi nada assim, nem uma vez. Agora acontece duas vezes em seis ou sete meses. É exatamente aqui que estamos."
Sky Sports avança que o Palace está este domingo a discutir se deve despedir Glasner. Steve Parish, coproprietário e presidente do clube londrino, não reagiu bem às críticas. A relação entre Parish e Glasner já era tensa e agravou-se com a venda de Guéhi.
Curiosamente, o site do Palace não publicou qualquer declaração de Glasner após a derrota de sábado.
