Vários nomes têm sido apontados para o cargo nos Spurs, incluindo Roberto De Zerbi, Robbie Keane, Andoni Iraola, Oliver Glasner e Gareth Southgate.
No entanto, é Pochettino quem representa o cenário de sonho para as principais figuras do clube.
Os dirigentes acreditam que o treinador argentino tem uma capacidade única para restabelecer a ligação entre os jogadores e os adeptos, ao mesmo tempo que eleva o nível da atual equipa.
Sente-se que a ambição de Pochettino e a sua ligação emocional ao Tottenham podem ajudar a restaurar a harmonia e a valorizar a posição do clube.
As duas últimas épocas, tanto com Ange Postecoglou como com Thomas Frank, ficaram marcadas por um descontentamento crescente.
As exibições – sobretudo em casa – têm provocado uma frustração cada vez maior nas bancadas, com a tensão a transbordar para os dias de jogo.
Para a direção, este é um momento de grande pressão, já que a próxima escolha terá de estabilizar o clube e mudar o ambiente.
Se os Spurs receberem sinais de que Pochettino está ao alcance, entende-se que ponderariam nomear um treinador interino até ao final da época, preparando o regresso a longo prazo.
Idealmente, o clube pretende ter clareza sobre o rumo a seguir no início da próxima semana, enquanto se prepara para o confronto iminente com o Arsenal.
Os jogadores têm regresso ao treino marcado para segunda-feira, e há esperança de que até lá possa ser transmitida uma mensagem clara sobre o futuro.
Mauricio Pochettino é atualmente o selecionador dos Estados Unidos e está a preparar-se para um Mundial em casa.
Fontes disseram ao Flashscore que, apesar de Pochettino sempre ter mantido a mente aberta quanto a um regresso aos Spurs, está comprometido em liderar os EUA no torneio deste verão e não abandonaria essa responsabilidade.
Assim, o Tottenham está a ponderar cuidadosamente a complexidade de um eventual acordo, ao mesmo tempo que avalia as implicações para o resto de uma época que já entrou numa zona desconfortável, perto dos lugares de despromoção.

