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Apesar da chuva intensa, o Villa entrou melhor e criou várias aproximações perigosas, com Douglas Luiz a rematar para defesa de José Sá e Morgan Rogers também a testar o guardião português. Do outro lado, Toti Gomes ainda ameaçou, mas o encontro tornou-se mais físico e equilibrado, com o Wolverhampton a chegar ao intervalo sem marcar pelo nono jogo consecutivo no campeonato.
A reação surgiu após o descanso. Mais agressiva e aproveitando alguma passividade adversária, a equipa da casa inaugurou o marcador perto da hora de jogo: Adam Armstrong tentou dominar um cruzamento de Jackson Tchatchoua, mas a bola sobrou para João Gomes, que disparou forte para o fundo das redes, com a bola ainda a bater na barra.
O Aston Villa assumiu depois o controlo e esteve perto do empate, quando Ian Maatsen surgiu em boa posição, mas atirou à figura de José Sá. O Wolverhampton defendeu com intensidade e resistiu à pressão, mesmo depois de Yerson Mosquera cortar em cima da linha um remate de Tammy Abraham nos instantes finais.

Já nos descontos, os lobos confirmaram o triunfo em contra-ataque: Rodrigo Gomes recebeu no coração da área e, de rotação, fixou o 2-0.
O resultado reduz a distância do Wolverhampton para a zona de salvação, ainda que a permanência continue difícil, enquanto o Aston Villa pode perder terreno na corrida pelos lugares de Liga dos Campeões nas próximas jornadas.
