Recorde aqui as incidências do encontro
Chegando a este duelo com apenas uma vitória nos últimos 11 jogos para o campeonato, os seagulls sabiam da importância de entrar fortes neste dérbi. Assim, o Brighton assumiu o controlo da posse de bola desde cedo e criou a primeira grande ocasião do encontro, quando Lewis Dunk cabeceou ao lado após um livre bem cobrado por Pascal Gross.
Os visitantes – com a compra recorde Jorgen Strand Larsen a liderar o ataque – tentaram equilibrar o jogo, mas foi a equipa de Fabian Hurzeler que continuou a mostrar-se mais perigosa no último terço, com Maxim De Cuyper a ver um remate com selo de golo ser travado por Chris Richards. Sem se deixar abalar por uma primeira meia hora algo desconexa, o Palace melhorou antes do intervalo, com Sarr a disparar forte, mas ao lado do poste mais próximo.

Oliver Glasner lançou o estreante Evann Guessand pouco antes da hora de jogo, e o marfinense teve impacto imediato, isolando Sarr, que manteve a frieza e finalizou com classe perante Bart Verbruggen.
Esse golo reanimou os anfitriões, que quase responderam de imediato, mas Charalampos Kostoulas viu o seu remate rasteiro ser travado pelas pernas de Dean Henderson. Ambas as equipas continuaram a criar perigo nos últimos 20 minutos, com Verbruggen a negar o golo a Strand Larsen, enquanto os seagulls não conseguiram aproveitar vários lances de bola parada em zonas perigosas.
O Palace podia ter ampliado a vantagem já nos descontos, numa excelente oportunidade para Strand Larsen, mas esse lance desperdiçado não teve grande impacto, com os eagles a garantirem o seu primeiro triunfo na Premier League desde o início de dezembro, ultrapassando o Brighton e ficando nove pontos acima da zona de despromoção.

