Rosenior quer saber mais sobre o Chelsea no "maior jogo" frente ao West Ham e elogia NES

Liam Rosenior, treinador do Chelsea
Liam Rosenior, treinador do ChelseaReuters / Matteo Ciambelli

Liam Rosenior classificou o dérbi londrino do Chelsea frente ao West Ham, no sábado, como o maior jogo da época, afirmando que iria "descobrir muito" sobre os seus jogadores.

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Liam Rosenior, que substituiu Enzo Maresca como treinador do Chelsea no início deste mês, teve um arranque promissor em Stamford Bridge, somando vitórias nos últimos quatro jogos em todas as competições.

Os Blues, que ocupam o quinto lugar, estão apenas a um ponto do Manchester United, quarto classificado da Premier League.

A equipa manteve a boa sequência de Rosenior, ao garantir a presença nos oitavos de final da Liga dos Campeões, com uma reviravolta em casa do Nápoles, na quarta-feira.

O Chelsea tem ainda a possibilidade de chegar à final da Taça da Liga, caso consiga inverter a desvantagem de 3-2 na segunda mão das meias-finais, frente ao Arsenal, na terça-feira.

Antes desse duelo, a equipa de Rosenior recebe o West Ham, que atravessa um bom momento, apesar de continuar na zona de despromoção, mesmo após duas vitórias consecutivas.

"Para mim, amanhã é o maior jogo da época", afirmou Rosenior aos jornalistas esta sexta-feira.

"É muito simples, vou ficar a saber imenso. Estamos num bom momento. Se queremos ser uma equipa vencedora de forma consistente, estes são os jogos em que temos de dar um passo em frente e não nos deixarmos acomodar depois de uma vitória em Itália, regressando três dias depois. Quero ver o nível de consistência do grupo. Por isso, para mim, este é um grande teste para perceber onde realmente estamos", acrescentou.

Rosenior elogiou o treinador do West Ham, o português Nuno Espírito Santo, que assumiu o comando no Estádio de Londres no início desta época.

"Não me surpreende que o Nuno tenha deixado a sua marca na equipa", referiu.

"Todas as suas equipas sempre foram muito bem organizadas sem bola, seja num 4-4-2 ou num 5-4-1 sem bola. E sempre foram muito fortes nos momentos de transição", acrescentou.