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As contas são claras: para festejar o título com quatro jornadas ainda por disputar, o Al Nassr precisa de vencer o Al-Ahli Jeddah esta sexta-feira ou, em alternativa, fazer o mesmo resultado que o Al Hilal, que só joga no sábado. A vantagem é confortável — 11 pontos — e traduz a superioridade demonstrada ao longo da temporada.
Desde que trocou o Benfica por Riade, Andreia Faria não precisou de tempo para se impor. Já venceu Taça e Supertaça da Arábia Saudita e prepara-se agora para fechar o ciclo interno com o campeonato. Em 2025/26 soma 22 jogos, sete golos e quatro assistências — números que confirmam influência direta no rendimento ofensivo e uma maturidade competitiva que ultrapassa a estatística.
Média de intensidade constante, leitura fina dos espaços e chegada eficaz à área, Andreia Faria representa também o crescimento sustentado do futebol feminino português além-fronteiras. Num clube que, no masculino, reúne nomes como Cristiano Ronaldo e João Félix, orientados por Jorge Jesus, há igualmente uma história lusa a ganhar dimensão no feminino — talvez menos mediática, mas carregada de significado.
Se a confirmação chegar, o título saudita terá assinatura portuguesa. E será mais uma prova de que a nova geração de internacionais não se limita a competir: marca território, conquista espaço e leva o nome de Portugal para geografias onde o futebol feminino começa agora a escrever as suas páginas mais ambiciosas.
