O Atlético impôs três condições para libertar Hulk. Uma delas envolvia a participação em vendas futuras de jogadores da formação tricolor, prontamente recusada pelo Fluminense. A informação foi inicialmente avançada pelo ge.
O Galo pretendia ainda que Hulk não jogasse contra o clube em 2026, salvo se o Fluminense pagasse uma multa. Outra exigência passava pela realização de um jogo de despedida na Arena MRV após a reforma do jogador, com o ídolo a representar o Atlético.

Hulk tem contrato com o Galo até ao final de 2026. O vínculo inclui uma cláusula de renovação automática até 2027, mas o avançado não tenciona acioná-la.
No último sábado, Hulk afirmou que a direção do Galo criou uma narrativa para tentar colocá-lo “como vilão”. O jogador fez a declaração durante uma conversa com um adepto, num protesto na Cidade do Galo.
“De uma coisa podem ter a certeza: o que quer que aconteça, a verdade vocês vão saber”, disse Hulk.
Novela longa
A novela entre Hulk, Atlético-MG e Fluminense arrasta-se desde o final de dezembro. O Tricolor contactou a direção do Galo para sondar a possibilidade de uma transferência. O clube mineiro também tentou renovar o contrato do ídolo, sem sucesso.
Após várias idas e vindas, o Atlético informou que só libertaria Hulk mediante o pagamento da cláusula de rescisão, fixada em cerca de 11 milhões de euros. O Fluminense insistiu nas negociações, mas recusou a exigência feita esta segunda-feira (12).
A trama incluiu um desabafo de Hulk no Instagram. O avançado negou ter pedido uma rescisão amigável ao Atlético e afirmou sentir-se “desvalorizado desportivamente”, embora tenha garantido que cumprirá o contrato com o clube.

