Recorde as incidências da partida

A eficácia definiu a atuação do Flamengo na primeira parte frente ao Vitória. A jogar no Barradão, o rubro-negro carioca apresentou uma exibição bem abaixo do esperado, com muitos erros de passe, pouca posse de bola e dificuldade em ultrapassar a linha de meio-campo.
No entanto, nas duas finalizações enquadradas que teve antes do intervalo, o Flamengo marcou. A primeira surgiu por intermédio de Erick Pulgar, que rematou de forma brilhante ao ângulo e abriu o marcador. O segundo golo nasceu de um excelente passe longo de Léo Ortiz e foi finalizado por Everton Cebolinha, após falha da defesa do Vitória.
Do lado do Vitória, apesar da desvantagem de dois golos, houve coragem para atacar o Flamengo e algumas oportunidades foram criadas. Renato Kayzer, Erick e Baralhas estiveram perto de marcar.
Rossi garante triunfo
Tudo o que o Vitória deixou indiciado na primeira parte confirmou-se na segunda. O Leão manteve a ousadia e reduziu rapidamente por Matheuzinho, depois de uma excelente jogada de Renato Kayzer. O Flamengo, por seu lado, voltava a revelar muitas dificuldades na construção ofensiva e não conseguia empurrar a equipa da casa para o seu meio-campo.
Minutos depois de reduzir, o Vitória, num novo contra-ataque, viu Nathan Mendes ser derrubado dentro da área. Raphael Claus assinalou grande penalidade sem recurso ao VAR e deu aos baianos a oportunidade de empatar. Renato Kayzer marcou, mas Agustín Rossi defendeu.
O balde de água fria do penálti falhado arrefeceu a partida. Ainda assim, o Vitória dispôs de algumas ocasiões para chegar à igualdade frente a um Flamengo pouco inspirado.

