Recorde as incidências da partida
Talvez devido à viagem à Grécia e à exigente deslocação europeia, a Roma teve muitas dificuldades em mostrar-se durante a primeira parte no Bluenergy Stadium.

Os giallorossi, apagados até ao intervalo e sem a presença física de Manu Kone no meio-campo, sentiram a frescura do onze da casa, que entrou muito bem no jogo e obrigou Mile Svilar a uma grande defesa após um potente remate de Arthur Atta, desviado para canto pelo guarda-redes visitante.
Na verdade, foi a melhor oportunidade para os friulanos, apesar de ter surgido logo ao sétimo minuto, mas a equipa de Kosta Runjaic controlou o jogo durante largos períodos sem praticamente correr riscos, impulsionada pelo apoio dos adeptos.
O avançado da Roma Donyell Malen, pouco servido pelos colegas, dispôs de uma ocasião potencial, mas rematou fraco e Maduka Okoye defendeu sem dificuldades. Matias Soule, por sua vez, teve uma oportunidade de bola parada, mas atirou por cima em boa posição.
O equilíbrio quebrou-se no início da segunda parte: a Roma, que parecia ter regressado dos balneários com mais determinação, sofreu o golo do 1-0 num livre de Jurgen Ekkelenkamp, embora o médio neerlandês tenha contado com um desvio decisivo para colocar a bola no fundo das redes a partir de uma posição lateral.

Logo após o golo sofrido, a Roma subiu consideravelmente as linhas, aproveitando a saída de Keinan Davis e tentando criar dificuldades à defesa bianconera, que pouco tinha sido posta à prova na primeira hora de jogo, mas a defesa da Udinese aguentou até ao minuto 90, quando Bryan Cristante fez o 1-1 à boca da baliza após um desvio de cabeça, mas o fora de jogo de Kostas Tsimikas salvou o resultado para os anfitriões.
Já nos instantes finais entrou Nicolò Zaniolo, mas foi Maduka Okoye a ser decisivo, ao evitar o empate com uma defesa milagrosa a um toque de Gianluca Mancini ao minuto 96.

